O que passa pelos meus fones #106 - The Winery Dogs

segunda-feira, agosto 31, 2015

Como fãs do Dream Theater chorei, protestei e xinguei muito no Twitter quando o Mike Portnoy resolveu abandonar o barco que ajudou a moldar durante 25 anos. O que é uma vida. Portanto o natural seria o baterista por alguns anos enfrentar uma certa dificuldade de seguir em frente com a cabeça levantada, qualquer quebra de rotina causa esse desequilíbrio das coisas. Não basta talento, pois quem acompanha o mundo do rock sabe muito bem que há diversos casos de ex-integrantes que, ou se recusam abandonar o barco psicologicamente (caso dos Cavalera), ou lucram com isso (caso do Paul Di'anno), o que é preciso é atitude, e para Mike Portnoy não anda faltando isso.

Músico extremamente prolífico, além de integrar projetos de música progressiva desde a época de Dream Theater, como Transatlantic e o Spock´s Beard, desde a saída da sua banda original e após muitos equivocadamente (sendo babacas mesmo) pensando que o Mike iria virar a casaca e fazer parte do Avenged Sevenfold definitivamente, o músico ajudou a formar o Adrenaline Mob, o Flying Colors e o The Winery Dogs, para citar as mais bem sucedidas.

E falando especificamente da última, o super power-trio formado por ele, o exímio baixista Billy Sheehan (que tocou com nada menos que Steve Vai e faz parte do Mr.Big) e o talentoso Ritchie Kotzen (ex-Poison) nas guitarras e vocais. Bom, como poderia dar errado essa combinação?

"Hot Streak", o novo álbum do The Winery Dogs será lançado em outubro desse ano, e semana passada a banda divulgou a primeiro single do novo trabalho chamado "Oblivion".

Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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