O tributo definitivo a Breaking Bad

O tributo definitivo a Breaking Bad
É de Alexandre Gasulla a autoria do vídeo tributo definitivo a série mais aclamada de todos os tempos: Breaking Bad. Épica não só por uma simples opinião, mas principalmente pela competência fenomenal de Vince Gilligan de ter conseguido atingir um nível de dramaticidade nunca antes visto em uma produção televisiva. Unindo um elenco que sem dúvidas merecem todos os elogios possíveis a uma produção redondinha, são dele todos os méritos da "pintudice" de ter construído uma história de 62 episódios, sem rodeios ou devaneios, algo raro se formos pensar no mundo do entretenimento de hoje em dia.

Deixando de lado os elogios, que de um suspeito como eu partem quase como exagerado fanatismo, aliado a uma insistência quase que obsessiva de fazer fãs aqueles que não assistiram ainda a série. Talvez esse tributo os convença melhor do que eu. O que tentei aqui nessa resenha que fiz pro Descafeinado.

"O que faz um homem, o que um homem precisa. É de escolhas".

Aprenda a fazer seu jantar em apenas 4 passos!

Simples dicas para tornar sua noite mais agradável.


Eu me sinto um verdadeiro chef de cozinha quando coloco requeijão e queijo ralado no miojo. (y)

O que passa pelos meus fones #72 - Judas Priest

O que passa pelos meus fones #72 - Judas Priest
Nunca fui fã do Judas Priest. Apesar de suas músicas serem legais - atentando sempre os clássicos como "Breaking The Law" e "You Got Another Thing Coming" -, a banda nunca chegou ao ponto de me "obrigar" a usar uma camiseta com o logo, ter algum CD, ou mesmo uma música no meu celular. Simplesmente é uma banda "nada" pra mim.. Entretanto, a fase com Tim "Ripper" Owens (especialmente o Jugulator) e a do imortal disco "Painkiller" - onde o Judas assumiu uma postura mais pesada -, conseguiram alcançar comigo esse status de "gigantes" do heavy metal. Ponto. E isso foi o que ficou pra mim da banda.

Não sou um conhecedor profundo de Judas Priest, mas me baseando em seus clássicos, posso afirmar com alguma propriedade que o último CD lançado em 2008 ("Nostradamus") foi beeem fraquinho.

Rob Halford já está com seus 69 anos, e todos os outros integrantes já estão longe de serem jovenzinhos, mas o que me dá impressão é ouvir uma banda cansada. Se arrastando. Você fã pode discordar de mim e afirmar que essa visão é causada por essa minha impressão desse Judas dos anos 90, mas creio que você tem que concordar com minha opinião de que, infelizmente, a perspectiva para essa "volta" não é nada animadora. 

Mas enfim, minha opinião é só minha opinião. Para quem se animou, "Reedemer Of Souls" sai em 15 de julho pela Epic/Columbia Records.


O poder da amizade salva vidas

O poder da amizade salva vidas
Acho que todos já passaram por algo assim na vida. Talvez não algo tão extremo, mas ao ponto de notar de que os problemas realmente atraem as pessoas, e o que mais as pessoas precisam na verdade é serem ouvidas. A empolgação de uma nova amizade e o sorriso provocado por ela, apagam qualquer sensação de solidão que possa haver naquele momento.

Passe adiante.





Resenha Livro: O Oceano no Fim do Caminho (Neil Gaiman)

O inglês Neil Gaiman é um dos autores mais interessantes dos tempos. O autor da série de HQs Sandman que durou de 1988 a 1996, impulsionado pelo apelo dos fãs pelas HQ com temática mais adulta da mais alta qualidade, tem um espaço a parte na história conquistando fãs em todo mundo. Autor também de diversos outros trabalhos conceituados como "Orquídea Negra" e "Sinal & Ruído", Gaiman chegou a trabalhar em conjunto com a Marvel na série "1602". Mas essa faceta como autor de quadrinhos não é a única. Gaiman também é autor de diversos romances fantásticos como "Deuses Americanos", "Coraline", "Lugar Nenhum" e dos contos "Coisas Frágeis".

Com a sensibilidade e talento de poucos, Gaiman consegue com seus profundos personagens de forma sensível transitar tranquilamente entre fantasia e horror, incorporando diversos temas como mitologia, aventura e até política, sempre com um senso crítico nos mergulhando em breves reflexões sobre o que somos e vivemos. Em seu livro mais recente "O Oceano no Fim do Caminho", Gaiman deixa um pouco de lado os temas mais adultos de seus romances e nos entrega uma fábula tocante e gostosa de se ler.

O ponto forte dessa fábula e o que a torna tão deliciosa de se ler, é a forma de como os personagens lidam com seus sentimentos. Em nenhum momento citando o nome de seus personagens, Gaiman apenas nos faz focar na história e na ligação que adquirimos vivenciando as memórias de um quarentão que volta a sua antiga casa reencontrando suas estranhas lembranças da infância de quando tinha apenas 7 anos

O enredo é simples e já o adiantei um pouco: no livro vivenciamos experiências de um garoto de 7 anos narrados por ele mesmo mais velho. A deixa é quando um desconhecido inquilino africano misteriosamente acaba se suicidando na pequena cidade que recentemente recebeu o garoto e seus pais. Rodeado por acontecimentos estranhos após essa morte, ele é levado a conhecer a família Hempstock, pessoas mais antigas aos olhos do mundo do que você pode imaginar, numa batalha contra os próprios sentimentos e medos, abordando simples sentimentos como a mais pura confiança e amizade.

Em "O Oceano no Fim do Caminho" Gaiman deixa as crianças serem protagonistas, e ao olhar delas, não nos perguntarmos em nenhum momento o como e o porque de tais lembranças serem relembradas dessa forma: elas simplesmente são assim. Os porquês estão guardados na relação pai e filho, assim como em relação a o que é ser adulto. Em um trecho: “Adultos seguem caminhos. Crianças exploram. Os adultos ficam satisfeitos por seguir o mesmo trajeto, centenas de vezes, ou milhares; talvez nunca lhes ocorra pisar fora desses caminhos, rastejar por baixo dos rododendros, encontrar os vãos entre as cercas“. Na sua falácia, por mais que nós adultos sempre dizemos que sabemos o que fazer, ao lidar com o desconhecido e desconfortável voltamos aos nossos sentimentos de criança.

No velho "cuidado com o que deseja" Gaiman quase que imperceptivelmente na inocência de seu personagem, revela uma simples crítica aos desejos humanos mais primitivos: o sexo e o dinheiro. E quando isso se realiza, acaba trazendo resultados catastróficos personificados por um monstro, como nas mais simples fantasias e devaneios que temos ao sonharmos acordados. Nessa fábula tudo pode ser verdade, como tudo pode ser fruto de uma imaginação fértil.

Nesse mundo fantasioso de realidade lúdica, como disse, as crianças são as protagonistas, as divindades tem seu espaço próprio diante dos homens, e o Universo tem a figura de um lago que se torna um Oceano a aqueles que os veem adiante, como a menina Lettie Hempstock que na sua deliciosa e inocente sabedoria nos explica da imensidão do seu lago, tal qual o céu é um um mar de estrelas. Como diria Carl Sagan: "Somos apenas um ponto na imensidão do espaço", e a fazenda da família Hempstock era justamente isso.

Como está na capa do livro: "Uma fábula que nos lembra como nossa vida é ditada pelas experiências da infância. O que ganhamos com elas, e o preço que pagamos".

"O Oceano no Fim do Caminho" é um livro curto de pouco mais de 200 páginas e de capa belíssima, mas tão fantástico e marcante quanto eu poderia esperar. É a típica história que Neil Gaiman apenas fez para nos entreter e para entreter até a ele próprio, já que nessa fábula onde imaginação e realidade se misturam em muitos momentos é até fácil de se afirmar se não é o próprio Gaiman o protagonista.

O menino é introspectivo, questionador e um assíduo leitor que devorava livros em apenas um dia, eu imagino se Gaiman era mesmo esse tipo de garoto. Jeito que até me identifiquei um pouco (exceto o assíduo leitor, pois só no fim da adolescência tive interesse por isso), mas essa identificação aconteceu no momento em que li essa passagem: "Ninguém realmente se parece por fora com o que é de fato por dentro. Nem você. Nem eu. As pessoas são muito mais complicadas que isso. É assim com todo mundo."

Pixar e seus easter-eggs

Pixar e seus easter-eggs
Pra quem ainda não sabe, o termo "easter-egg" são pequenas referências espalhadas num filme que remetem ao filme seguinte, anterior, ou mesmo toda a história de um estúdio. Esse é o caso da Pixar. E quem é fã, além da qualidade do estúdio, também já sabe bem que suas animações estão cheias dessas "brincadeiras" que desafiam a atenção de seus espectadores.

Nesse vídeo veiculado pela Pixar em seu canal oficial no Você Tubo, a empresa resolveu dar uma pequena amostra de seus easter-eggs que possivelmente devem ter passado desapercebidos por você, mas acredito que pelo menos da van da pizza vocês já devem ter percebido!

Vamos dar o play?



O despertar de Cthulhu

A preguiça também atinge os monstros. Ou como você acha que ainda estamos salvos?!


E ler uma história de Lovecraft depois...


A mais incrível apresentação de mágica que você verá hoje

A mais incrível apresentação de mágica que você verá hoje
Em mais uma apresentação incrível no Britain's Got Talent, que é nosso equivalente ao extinto Ídolos bem mais interessante, Darcy Oake subiu ao palco para fazer uma apresentação de mágica. Só que o que ninguém esperava foi que ele fizesse essa apresentação:


Por mais cético que você seja, duvido que você não tenha se perguntado: "que porra é essa?"

Animação: Uma garota chamada Elastika

Animação: Uma garota chamada Elastika
Essa animação singela e criativa, conta uma as aventuras dessa garota corajosa e fascinada por esportes chamada Elastika.

Premiada no Anima Mundi de 2013 e em diversos outros festivais pelo mundo, a animação foi feita usando a técnica stop-motion e somente com materiais de escritório como tachinhas e elásticos. Com certeza alguém estava naquele ócio criativo no trabalho!



O choque de realidade causado pelo AC/DC

Vai fazer falta esse baixinho sempre do lado esquerdo do palco
Costumo pensar que o Rock que conhecemos não é só um estilo musical, mas sim um culto. Ao contrário de diversos outros estilos musicais que modas vem e vão, o Rock tem em sua raiz a capacidade de sobreviver graças a idolatria pelo seu próprio passado. No Rock passa-se o bastão, ensina-se. Não se adere a modas, se gosta. No Rock como em outros estilos musicais, a música em si é mais valorizada do que o próprio estilo, não se aceita algo mal tocado. Se aceita aquilo que os gigantes do rock que vimos e vemos caminhar sobre a Terra nos ensinaram a gostar, é uma idolatria instantânea aliada a nostalgia do passado que nos faz aplaudir de pé. Em detrimento a modernidade que nos parece atraente, nada substitui os simples acordes, vulgo o power-trio (guitarra baixo e bateria); assim como o velho ato da mídia física ou enviar cartas tem o sentimento intimista que a modernidade não têm e nunca terá.

Ontem foram confirmados rumores de que o guitarrista do AC/DC Malcolm Young está doente. Ao contrário do que outro rumores diziam, a banda não irá se aposentar, por mais que na ideia de Angus tocar sem seu irmão e braço direito ao lado seja o suficiente para provocar o fim da banda. É uma peça da engrenagem faltando. Segundo o vocalista Brian Johnson, na sua turnê comemorativa de seus 40 anos o AC/DC entrará em estúdio e fará uma turnê com 40 shows, e ao final deles encerrará seu ciclo (será?).

As poucas e misteriosas notícias que surgiam da volta da banda a alguns meses impedida por uma doença de um de seus integrante,s não davam a real noção de algo tão sérío acontecia com Malcolm. Li em uma notícia trazida de uma fonte próxima a família Young que o reservado guitarrista sofre com uma doença degenerativa, como Alzheimer ou mesmo de um AVC. Em outras palavras só temos a lamentar e a torcer, pois com 61 anos ele "ainda é novo" como diria minha avó.

Nos acostumamos a ver nossos ídolos passarem dessa pra melhor cedo. Como Keith Moon e Elvis por overdose e mais cedo ainda o quarteto Hendrix, Joplin, Morrison e Cobain. Vimos Steve Ray Vaughan falecer num acidente, e Lennon e Dimebag (mais cedo ainda) assassinados. Por essa "fama", acidentalmente acabamos esquecendo que os gigantes que sobreviveram não nos acompanharão até o final de nossas vidas. Os integrantes do AC/DC, Motorhead e Iron Maiden estão com seus 60, Deep Purple e Black Sabbath estão lá chegando aos 70, e Paul McCartney e Rolling Stones já passaram disso. Peter Towsend está surdo a 30 anos e sofre de dores nas costas constantes, motivando ele a anunciar o fim do The Who no ano que vem com Roger Daltrey (bisavô) apoiando a decisão. Sem contar Phil Collins, que com problemas nas suas cordas vocais e com perda da audição latente resolveu anunciar o final de sua carreira em 2011 pra se dedicar a literatura (coisa que ele disse que é a única que consegue fazer). Lemmy Kilmister e Tony Iommi estão doentes. Caras como esses deveriam serem imortais.

Que diria então um senhor chamado B.B King que com seus 88 anos não tem mais nenhuma obrigação de tocar em lugar algum? escolhe agraciar seus fãs com seu blues por puro prazer. Deveríamos é agradecer que ele ainda toca. Eric Clapton chocou os fãs ao anunciar que não tocaria mais no Japão. Porque? Como ele declarou: "Quando ficar de pé se torna um suplício após 40 minutos, é sinal de que é hora de tomar alguma providência. As 25 anos as providências têm menos impacto do que aos 65″, disse em uma nota publicada em seu site pessoal.

Tenho como principal lema de que o nascimento e a morte são os únicos dois momentos que igualam qualquer ser humano, logo igualando tais ídolos e gigantes ao mesmo nível que nós que nos julgamos meros mortais. Gabriel Garcia Marques falecido hoje aos 86 anos pensaria assim. No Rock é quase que obrigatório se ensinar aos novos integrantes da "seita", quais são aqueles que fizeram os estilo ser o que é. Assim cresci e assim aprendi, passei a admirá-los e adotá-los como partes da minha vida. A morte de Ronnie James Dio (o maior vocalista do estilo em todos os tempos) em 2011 foi um choque de realidade para pessoas como eu que o tinham como ídolo máximo do gênero. Nos acostumamos a ver gigantes como ele lançando seu zilhonésimo CD, sempre com algum projeto, em turnês desgastantes e recompensadoras para ele que tinha os seus fãs como filhos, mas o câncer o acometeu e de repente o levou. Talvez viver intensamente assim tenha sido o seu maior legado. 

Aos poucos iremos ver o que julgamos "clássico" ciclicamente ir embora para dar lugar a um novo "clássico". A principal dúvida que há e sempre haverá, é como o gênero irá renovar-se suficientemente para criar novos ídolos para contarmos aos nossos filhos. Apesar da ideia (que julgo correta) de que os downloads democratizaram a música, por outro lado essa democratizacão "matou" a criação de novos gigantes. Se antes tínhamos grandes artistas bem definidos em cada gênero, em cada época; hoje o que vemos é uma limitação disso. Por causa da democratização, a "raspa da laranja" acaba aparecendo igualmente com os grandes artistas, consequentemente diminuindo sua evidência e aumentando a "moda" em si. Hoje pouco fica e muito se vai. Morreu? Baixe a discografia! Nunca o ato de se tornar fã ficou tão banalizado. 

Talento é talento em qualquer época, mas cada vez mais isso diminui em detrimento de uma paixão descaracterizada, em outras palavras: vale a pena aparecer. Com o MP3, muitos que pensam como eu e enxergam essa democratização de dois lados distintos, buscam instantaneamente os personagens que fizeram o que o Rock é e se apaixonarão por esses personagens, e como eu, chegarão ao triste pensamento de que eles irão embora e só deixarão sua rica obra para download. 

Pode parecer pessimista o texto, mas é apenas um choque de mortalidade.

Breaking Bad feito com amendoins

Infelizmente não sei o nome do artista para fazer justiça e linkar ele aqui na postagem, mas seja lá quem for, está de parabéns por essa obra de arte!


Cute.

Animação: Batman x Terminator

Animação: Batman x Terminator
Muita gente conhece (e se você não conhece, vale a pena conhecer) a HQ dos anos 80 escrita por Frank Miller "O Cavaleiro das Trevas", aonde narra, entre outras coisas, a luta histórica de Batman contra o Superman - história da qual o vindouro filme com o polêmico Ben Affleck na pele do Homem Morcego para 2015 se baseia. Nesse cenário, como disse, o Batman volta da aposentadoria para lutar com o poder mundial do Superman. Mas se ao invés disso, inseríssemos o personagem num cenário apocalíptico bem interessante? Esse cenário é o futurista Exterminado do Futuro, que o Homem Morcego sobrevive graças à sua batcaverna ao holocausto nuclear feito pela Skynet.

Ao que a animação independente de pouco mais de 4 minutos indica, ela terá uma continuação. Mas nem precisa muito para ver o gancho enorme e criativo de fazer um crossover entre os dois personagens, pois dado a aura sombria e realista do Batman, seria muito interessante o ver nessa atmosfera futurista. 

Nem que seja numa série animada de alguns episódios, fiquei curioso pra saber como seria o resultado disso. Isso precisa ser feito já!

“30 anos se passaram desde que Bruce Wayne sobreviveu ao holocausto nuclear criado pela Skynet em 1997. Os demônios de ferro agora dominam o planeta. Sem a necessidade de defender os inocentes contra o crime a injustiça, Wayne tem procurado refúgiu no abrigo anti-bombas que salvou a sua vida: A Batcaverna.

Na procura por alimentos nas terras condenadas, ele descobriu um rádio de um soldado morto. Onde havia estática sobre uma frequência. Carne e sangue estava surgindo no oeste.

Munido apenas de um colete a prova de bomba reformulado e seu Stinger, veículo de controle de distúrbis civís que ele construiu antes do apocalipse, Batman cruza o que restou dos Estados Unidos para unir forças com um homem determinado em acabar com a ameaça robótica
– John Connor.”





Vincent Aseo renovando pôsteres de filmes famosos

Vincent Aseo renovando pôsteres de filmes famosos
Sabe quando vamos ao cinema sem ideia de que filme iremos assistir? Duvido que alguém já não se viu seduzido por um filme somente pelo pôster. O ilustrador filipino Vincent Aseo renova essa ideia se aproveitando de sucessos de Hollywood e da TV. 

Seria muito mais legal se por lá os caras resolvessem embarcar nessas ideias dos artistas independentes do que colocar apenas cabeças flutuantes nos pôsteres.


Você é um artista de Hollywood que ainda discorda? Então dá uma conferida nesse post que foi publicado nesse blog mostrando como nada se cria, tudo se copia por lá.

Metástasis: A narco-versão de Breaking Bad

Metástasis: A narco-versão de Breaking Bad
E quem disse que só o México chama a atenção pela cafonice em suas produções televisivas? E quem disse que só o Paraguai é o paraíso do mercado paralelo?

Pegando carona no enorme sucesso de Breaking Bad, produtores de TV colombianos resolveram se inspirar em seus país famoso pelo seu narcotráfico e produzir uma versão local da série chamada Metástasis (um nome muito mais legal que A Química do Mal né?). Ao que parece a série com orçamento do terceiro mundo terá poucas adaptações a não ser pelos nomes: Water White virou Walter Branco (?!), Skyler se chamará Cielo (?!), Hank Schroeder como Henry Navarro e Jesse Pinkman... simplesmente José. Promessa de momentos thrash!

Olhando por um lado acho bacana uma TV arcar com a coragem dos seus produtores (que acreditam que sejam fãs da série original) de produzir uma versão local. Por outro lado... Breaking Bad sem Bryan Cranston e Aaron Paul é nada mais que tosco.

Criatividade master em apenas sete segundos

Criatividade master em apenas sete segundos
O Vine, para quem ainda não sabe, é um derivado do Instagram. Só que ao invés de compartilhar fotos com seus amigos, você edita e compartilha curtos vídeos de 7 segundos - ideia da qual o próprio Instagram incorporou recentemente.

Nas redes sociais (em qualquer uma) o fato, e motivo da reclamação mais comum, é que poucos realmente se inspiram para proporcionar conteúdo interessante. Deixando esse blablabla de lado, penso que uma rede social, por ser social, é como a vida: é necessário selecionar os seus amigos. Então partindo dessa ideia, sabemos muito bem que há muita coisa interessante por aí, basta procurar. 

Zach King é um exemplo desses tipos de pessoas que sabem usar uma ferramenta perfeitamente. Criativo e com uma dose de talento na edição, ele faz "mágica" em sete segundos. Confira:


Via Xpock

Resenha CDs: Black Label Society - Catacombs Of Black Vatican / Joe Bonamassa - Dust Bowl

Black Label Society - Catacombs of Black Vatican (2014)

Do apenas bom "Order Of The Black" e o acústico "The Song Remains Not The Same" até o "Catacombs of Black Vatican" foram longos quatro anos. Claro que houveram algumas turbulências como Zakk Wylde precisar cuidar mais da sua saúde e da surpreendente saída de seu guitarrista e fiel escudeiro Nick Catanese.

Bom, duvido que alguém tenha se preocupado com essa notícia, afinal o coração do BLS bate no ritmo de Zakk, logo não haveria mudança alguma na sonoridade da banda mesmo com a saída de seu braço direito. Mas para os preocupados de plantão, anuncio que esse é o melhor álbum do BLS em anos.

Em "Catacombs of Black Vatican" há diferenças comparados aos álbuns anteriores. A primeira coisa que me chamou atenção logo de cara foram os solos. Menos "fritados" e mirabolantes, dando lugar a uma melodia e inspiração que não via há um tempo em Zakk como na belíssima balada "Angel Of Mercy". O peso característico da banda deu lugar a um álbum bem mais equilibrado e mais trabalhado, sem se desvencilhar de seu som característico em nenhum momento. Calma que as belas baladas estão ali, e inspiradas, como a acústica "Scars" e a mais pesada "Nomad". Assim como para quem quer agitar a decepção passa longe, como nas faixas "My Dying Time" (que é indispensável nos shows), "Damn The Flood" e na "Believe" que abrem o sorriso em qualquer fã da banda.

"Catacombs Of Black Vatican" é um álbum mais coeso, o que era o principal problema no predecessor "Order Of The Black" com seu excesso de baladas, e até em comparação a outros álbuns. Talvez vocês concordem comigo na inspiração de uma "Fields Of Desolation" e principalmente na espetacular "Empty Promises".

O novo trabalho do Black Label Society é o melhor em muitos anos, e a banda não só se limitou a renovar na arte da capa, como surpreender em seu próprio som sem se desgarrar de suas origens. Tranquilamente esse trabalho já figura ao lado de um clássico como "The Blessed Hellride". Zakk Wylde voltou inspirado!


Joe Bonamassa - Dust Bowl (2011)

Joe Bonamassa não é só um guitarrista que pula de um projeto para outro, como o Black Country Communion. Saiba que além de um grande guitarrista de blues rock, ele é dono de uma carreira solo mais que bem sucedida e de uma voz que faria inveja a muitos cantores por aí (talvez não a Richie Kotzen, mas isso é um caso a parte). Dono de um estilo único de cantar e de tocar a sua guitarra, Joe Bonamassa é um daqueles guitarristas que dá prazer de se ouvir, seja para relaxar, para agitar, ou mesmo para ouvir lendo aquele livro.

"Dust Bowl" de cara já explode a cabeça daquele cara apreciador de uma boa música acima de tudo. O blues corre solto logo na primeira faixa "Dust Bowl", o country passa na "Tenessee Plates", e o peso do puro rock n' roll aparece na "Black Lung Heartache". "No Love On The Street" tem um dos melhores solos do álbum, "The Whale Of Swallowed Jonah"contagia com aquele velho espírito oitentista, e no encerramento com "Prisioner" temos uma das composições mais emocionantes que pude escutar.

Ainda estou conhecendo melhor sua discografia, mas "Dust Bowl" já me surpreende logo de cara a ponto de recomenda-lo qualquer um, e proclamar como um dos mestres de sua geração. Fantástico!

O que passa pelos meus fones #71 - California Breed

O que passa pelos meus fones #71 - California Breed
Parece que a superbanda Black Country Communion fez muito bem não só aos nossos ouvidos, mas aos próprios integrantes.

Com a saída do guitarrista Joe Bonamassa por conflitos de agenda entre a banda e seu projeto solo, os consagrados Glenn Hughes e Jason Bonham chamaram o guitarrista Andrew Watt, e refazendo o trio, também resolveram mudar o nome da banda para "California Breed".

A se julgar por essa faixa "Midnight Oil" a nova velha essência do que era o BCC está aqui, mas repaginada, ganhando linhas de guitarras mais simples e contagiantes de Watt; com o mesmo brilho de Bonham que sempre botou a cara pra bater ao invés de sobreviver pelo sobrenome de seu pai, e Hughes com seu inconfundível jeito de tocar e cantar.

Aguardo ansiosamente para esse álbum sair do forno!

A ciência da felicidade

A ciência da felicidade
Você já percebeu o quanto fica feliz quando declara seu sentimento de gratidão a alguém? Não digo agradecer só por educação, mas dizer o quanto ama ou admira alguém que te estende a mão sempre quando você mais precisa na vida? Seja qual for a situação.

Um experimento realizado por psicólogos na gringa só afirmou o que muitos não percebem: o sentimento de gratidão é o maior caminho para a felicidade.

Vale uns minutinhos de sua atenção. Para os não versados, o vídeo tem legendas em português =)


O primeiro trailer de Senhor dos Anéis

O primeiro trailer de Senhor dos Anéis
Já se passaram incríveis 14 anos do início da saga de Peter Jackson nos cinemas com os Hobbits e do povo da terra-média. Pois é cara, você está ficando velho!

Numa sessão de nostalgia para amantes da trilogia, nesse post trago o primeiro trailer do primeiro filme da saga. O curioso e engraçado de se notar é como a trilogia (e agora quintologia se formos contar os dois filmes do Hobbit), tem um ar imponente até hoje. Obviamente os recursos tecnológicos evoluíram assustadoramente nessa última década e meia, mas parece que só os atores envelheceram e o cabelo de Peter Jackson se perdeu.



Só eu achei esse logo rústico mais bacana?