Saiba quais foram os atores que inspiraram o game Mortal Kombat e outros

Saiba quais foram os atores que inspiraram o game Mortal Kombat e outros
"Nada se cria, tudo se copia" - Essa é a frase que diria o velho Chacrinha.

Claro que não é uma via de regra, mas no mundo dos games inspiração na "grama alheia" é o que não falta. Muito dos games que você conhece utilizaram esse artifício e aquela mera semelhança que você percebeu está longe de ser uma coincidência. Nesse vídeo feito pelo simpático canal gamer Velberan, veremos alguns casos; uns bem famosos como o MK e Tekken, outros bem obscuros.


O que passa pelos meus fones #69 - Metallica

O que passa pelos meus fones #69 - Metallica
Nesse texto aonde coloquei em discussão se vale mesmo ir a um show do Metallica nos dias atuais e como o fã brasileiro é viciado nos velhos clássicos, citei que a banda nessa turnê sul-americana acabou tocando uma música inédita, a "Lords of Summer", e inclusive acabei colocando-a no meio da discussão. Porém cometi um erro grave: não disponibilizei o vídeo no post.

Corrigindo isso e deixando a cargo de vocês avaliarem melhor se a música é uma evolução do Death Magnetic ou apenas mais uma pra "encher linguiça". Confiram o clipe abaixo gravado em alta qualidade de um show em Bogotá na Colômbia e tirem suas conclusões.

São ótimos riffs, inquestionavelmente. Falta o resto. Lembrando também - para sermos justos -, que essa é uma versão que com certeza sofrerá alterações até o lançamento do próximo álbum que nem tem previsão de lançamento.

Resenha CD's: Zakk Wylde's Pride & Glory / Black Stone Cherry - Between The Devil and The Deep Blue Sea / Black Star Riders - All Hell Breaks Lose

Continuando naquela proposta que comecei mês passado de mês a mês buscar um apanhado do melhor que ouvi, hoje trago três bandas que têm cheiro de terra vermelha e que não vão deixar seu pé e seus ouvidos descansarem.

Black Stone Cherry - Between The Devil and The Deep Blue Sea (2010)

Bebendo daquela fonte do Texas Hippie Coalition e que tantas outras bandas do gênero bebem, o Black Stone Cherry tem aquela pitada pop que só os americanos conseguem colocar. A banda vinda lá do Kentucky, nesse seu último álbum "Between The Devil and The Deep Blue Sea" lançado em 2010, fez seu melhor trabalho nessa pegada mais pop. A banda é cheia de peso e refrões grudentos. perfeitos pra seduzir aqueles que querem um som descontraído para cantar junto naquele fim de noite.

A bombástica "Such a Shame", a baladeira para se ouvir na estrada "Like a Roll", a agressiva e pesadíssima "Change" são alguns destaques dessa banda que já tem três álbuns lançados e vale muito a pena conferir


Black Star Riders - All Hell Breaks Lose (2012)

O Thin Lizzy se desfez a mais de 20 anos, e após o falecimento de seu vocalista original e turnês de reunião esporádicas de seus integrantes remanescentes, John Skyes, o guitarrista original, nessa reencarnação que deu origem ao Black Star Riders, convidou os integrantes remanescentes a participarem do projeto. Entretanto Skyes desistiu anos depois, mas outro guitarrista remanescente, Scott Gorham, seguiu em frente com esse projeto. Com novo material composto, a banda sentiu que deveria lançar um novo álbum. Entre saídas de integrantes esse álbum viu a luz do dia em 2013. Sensatos (ao contrário de uma tal banda de Axl Rose), com apenas um membro do Thin Lizzy remanescente (Gorham), decidiram batizar a banda como Black Star Riders.

O que vemos aqui é um álbum de hard rock encorpadíssimo, com melodias grudentas e riffs contagiantes para não deixar seu pé parado por um minuto. O álbum inteiro é de uma regularidade monstruosa, mas cabe dar o destaque a três faixas em particular. A trinca inicial formada pela faixa-título "All Hell Breaks Lose", a grudenta "Bound For Glory" (com aquele cheirinho dos anos setenta), e a épica "Kingdom Of The Lost".

"All Hell Breaks Lose" é um álbum de grandes tiozinhos que ajudaram a construir o rock n 'roll que conhecemos, mas com aquela garra de quem acabou de lançar seu álbum de estreia precisando (re)provar muita coisa (como se precisassem mesmo). Em outras palavras, de um futuro promissor.


Zakk Wylde's - Pride and Glory (1991)

Continuando nessa onda meio "caipira", o Pride and Glory foi um projeto do Zakk Wylde no longínquo 1991. Na época guitarrista do Ozzy Osbourne, Zakk Wylde junto com baixista James LoMenzo e o baterista Greg D'Angelo decidiu colocar nesse seu projeto, não só seu poder vocal, mas o embrião do que veríamos tantos anos depois com o Black Label Society. Apesar de ter dito um "embrião", vale dizer que esse projeto Pride and Glory em si de embrião não tem nada.

Maduro, criativo e um álbum que poderia facilmente entrar na discografia do BLS, "Pride and Glory" foi um marco na carreira do jovem Zakk Wylde e que todo fã do exímio guitarrista deveria ouvi-lo. Apesar de tanta qualidade, o "Pride and Glory" apenas deu fruto a um álbum na época lançado pela Geffen, e que em seu último show tocou com nada menos que Slash. Infelizmente esse é um projeto que não foi pra frente.

Destaques vão pra excelente "Losin' Your Mind" com seu banjo inconfundível, as pesadas e que poderiam facilmente estar em um álbum do BLS "Horse Called War" e "Troubled Wine", a sentimental "The Chosen One", a bela texana "Cry Me a River", e a sensacional balada "Fadin' Away".


Tirinhas da Semana #170

A preguiça é tanta no domingo que ela começou já na sexta-feira. O tédio é tanto que ele me fez lembrar que não postei as tirinhas na sexta!

Foi mal ae...







Resenha Game: Castlevania - Lords Of Shadow 2 (Xbox 360)


O primeiro episódio de Lords of Shadow na série Castlevania teve um desafio: adequar e fazer um jogo realmente digno em 3D da série. Apesar das semelhanças por muitas vezes absurdas com outros jogos como: Shadow of The Colossus e principalmente (e inevitavelmente) God of War (só para citar dois exemplos), o primeiro "Lords of Shadow" conseguiu uma identidade própria. Além de reconstruir de forma muito competente a mitologia dos Belmont, o jogo da MercurySteam e da Kojima Productions também apresentava gráficos lindos com uma jogabilidade simples e direta, aliados a um enredo muito forte. Receita perfeita!

Criticas haviam. Como por exemplo a jogabilidade, essa que "invocava" Kratos, não só por ser do mesmo gênero, mas por diversos movimentos de ataque serem absurdamente parecidos com seu irmão. O que para muitos soou como defeito, porém penso (e repetindo) que God of War estabeleceu conceitos tão definitivos sobre qualquer hack n' slash que ficaria difícil não sentirmos relação, ainda mais porque Gabriel Belmont tinha uma corrente em sua arma em formato de cruz.

Mas as críticas paravam por aí, pois deixando de lado a chatice de alguns, tivemos um dos melhores jogos já feitos da série. Então nada mais justo que essa sequência anunciada desde 2013, fosse ansiosamente aguardada não só por mim, mas como o mundo gamer também.

História

SPOILERS: Se você não jogou o primeiro game, pule essa parte.

A primeira coisa que temos que falar é sobre o ponto mais alto da série, a história. 

No primeiro game acompanhamos a saga do "membro da luz" Gabriel Belmont que, em 1047, numa época em que os mortos andavam sobre a Terra, luta para vingar a morte da sua esposa derrotando ninguém menos que o Lorde das Sombras para acabar com esse feitiço e tentar trazê-la de volta a vida. Como maldição escrita nas profecias, aquele que derrotaria o Lorde das Sombras seria tomado pelas trevas. E assim foi, Gabriel Belmont acabou se tornando Dracul. 

A premissa do segundo game é a busca de Gabriel em recuperar sua imortalidade. "Lords of Shadow 2" começa exatamente onde o primeiro game parou. 

Nos tempos modernos, o imortal Zobek avisa Gabriel de que os acólitos de Satã estão preparando seu retorno, e que eles deve pará-los antes que se vinguem de ambos. Em troca, Zobek diz para Gabriel que pode ajudá-lo a se libertar da imortalidade caso ele o ajude. E nessa busca, não só ele, mas como o clá dos Belmont (inclusive Alucard) se reúnem para combater de uma vez por todas essa ameaça.

I'am Dracul!

Como já disse várias vezes, a primeira coisa de que você se lembra quando vê para Gabriel e seus golpes é em Kratos. Em "Lords of Shadow 2" isso se torna mais evidente, mas felizmente o choque acontece só no começo. Não estamos falando só dos golpes, mas como nos próprios nomes das armas como as "Garras do Caos", até mesmo no primeiro ato do game.

Vou tentar me dar a licença de contar só um pouquinho do game aqui. Numa espécie de prólogo/tutorial, vemos Dracul em sua força máxima numa cena em que ele defende seu castelo dos anjos que pretendem destruí-lo. Ao passar do portão principal, ele vê a cidade em chamas quando surge um inimigo gigante na sua frente. Semelhanças com God of War 2? Infelizmente a marca do roteiro de o personagem estar fodão no começo do game pra depois perder seus poderes, já vimos também nesse game. Mas enfim... 

Felizmente isso não dura muito e Gabriel (mais rápido do que imaginava) recupera seus dois poderes básicos, as "Garras do Caos" e "A Espada do Vazio", que equivalem a energia laranja e azul, a primeira aumentando a força de ataque o suficiente para quebrar defesas inimigas, e o segundo para drenar sangue. Exatamente como funcionam no primeiro game, só que aqui vieram armas junto.

Poderes do mal

Como Dracul, Gabriel em tem que estar "foda", então além desses dois poderes temos as velhas adagas que com um desses poderes ativados, se transformam em bolas de fogo ou de gelo, servindo para abrir certas barreiras e acertar inimigos que estão no alto da tela. Ainda sobre os poderes, Dracul também pode virar névoa e possuir certos inimigos.

Tal qual como "Devil May Cry", cada golpe é passível de compra, como no primeiro game, e agora de evolução. Isso incentiva o jogador a praticar golpes mais variados se quiser evoluir ditos cujos, assim evoluindo o próprio poder da arma. Confesso que essa opção é dispensável a jogadores mais habilidosos, mas em dificuldades mais altas pode ser útil. Evoluí o "chicote" até o nível dois e foi o suficiente para fazer um belo de um estrago. Evoluindo uns 4 golpes já é possível fazer um upgrade na arma.

Falando em upgrades, eles estão bem mais fáceis de se achar. No primeiro game, pergaminhos se misturavam a runas para aumentar o HP e MP, já no segundo game isso foi bem facilitado. Os pergaminhos se resumem aos soldados, enquanto as runas podem ser encontradas separadamente em itens brilhantes no cenário. 

O maldito Stealth

Eu sinceramente não sei porque isso existe aqui. Como uma novidade, principalmente pensando que Dracul é um cara foda e faz tudo. Gabriel certos momentos se transforma em rato. Isso é útil e obrigatório pois Gabriel não pode com os "guardas", por maiores que eles sejam e mesmo que Gabriel lute contra inimigos mais poderosos que eles. Coerência pra que né? Não é possível nem esquivar! Apesar que não se preocupe, há morcegos para te ajudar, além da própria possessão que falei.

Essa parte furtiva quebra o ritmo do game em diversos momentos, principalmente quando se enfrenta parte com guardas. Apenas em uma situação achei que a furtividade poderia ser bacana e achei que ela realmente fez sentido: no Labirinto do Fauno. Essa é uma parte irritamentemente chata, mas te dá um alívio quando você passa, ao contrário das missões que citei.

A opção de se transformar em ratos, também serve para passar algumas partes do cenário, assim como para achar alguns itens. Algo totalmente desnecessário no andamento do jogo.

Os vampiros foram amansados

Sinceramente, eu não sei bem se eu como fechei o primeiro game e já tinha uma boa noção dos golpes, tornei o jogo mais fácil ou foi a própria Mercury Steam. Acho que foram as duas coisas, mas principalmente a segunda. "Lords of Shadow 2" é mais fácil do que o primeiro game, o que é um sacrilégio se tratando de Castlevania que sempre foram famosos por trazerem uma dificuldade alta, vide os do Nintendo DS. "Lords of Shadow 1" também não tinha uma dificuldade alta, mas apresentava uma boa diferença do segundo episódio. Aqui, com uma boa habilidade é possível passar não só de fases, mas de chefes com uma certa facilidade, apenas usando aquele esquema de esquiva-ataque-esquiva com TODOS, inclusive Satã, que claro que dará mais trabalho.

Outro ponto é que Castlevania apresenta diversos bugs. Não sei também se fui muito xereta e se estou sendo chato, mas não foi preciso muito para ficar preso em escada flutuando no ar. Num exemplo, no caminho para a Basílica, não estava encontrando o caminho correto e seguindo a seta no pequeno mapa, passei meio que na marra por um cano caindo numa água esquisita. Só que parece que essa água era tóxica, pois nem podia me mover que morria e voltava exatamente no mesmo lugar, o que me obrigou a reiniciar toda a missão. Coisa assim não se encontrava no primeiro "Lords of Shadow". Esse é um problema que incomoda aqui nesse segundo episódio: seus cenários confusos. 

Muitos games atualmente apresentam esse tipo de problema, vários deles tem bugs bizarros. Mas se tratando de um game que teve anos de desenvolvimento e inclusive um adiamento, bugs tão simples não deveriam haver. Veja a dificuldade que é encontrar esse bug da física no Far Cry 3:


Se o jogo não te pega na mão nessas situações, exigindo observação e um pouco de paciência pra perceber que o caminho(muitas vezes óbvio) "é por ali". Em diversos outras situações o jogo te pega muito pela mão, como nas escaladas. Quando não souber por onde ir, basta aguardar a révoa de morcegos aparecer indicando o próprio lugar a se pular. Mesmo no chão ao se aproximar, eles farão barulho pra você.

Outro ponto que me incomodou foram os loadings. Eles são deveras longos muitas vezes, e paraquem tá naquela fúria de passar daquele chefe ou fase, isso meio que brocha. 

Jogabilidade e gráficos

Os cenários são lindos e embasbacantes, principalmente as partes dos arredores do castelo. Mesmo nas partes no mundo moderno são muito bem feitas também e fazem jus ao jogo. O porém é que tornaram também o jogo mais "cinzento". 

A jogabilidade é simples e fluída, mas tem uma parte ruim. O botão de defesa é o mesmo da esquiva, o que é desastroso. Para praticar a defesa perfeita é necessário um tempo perfeito, naquele último momento de o golpe inimigo acertar em você. Ao praticar essa "defesa perfeita", a câmera fica lenta e começa um tipo de contra-ataque, quer dizer, praticando essa defesa você desestabiliza seu oponente durante um período de tempo e assim pode aumentar consideravelmente a possibilidade de fazer um combo completo, seja com o X ou Y.

Até que seria uma boa se você ficasse parado, mas isso é praticamente impossível, ainda mais quando se está enfrentando um chefe. Por vezes essa defesa irá acontecer, mas será simplesmente sem intenção alguma, já que o mesmo botão serve pra se esquivar. Bom, é algo que incomoda se formos mais críticos, mas se você é como eu e usa mais a esquiva do que defesa, não afetará o andamento do game.

A câmera foi algo melhorado aqui e temos (finalmente) uma câmera de livre movimentação. A câmera fixa do primeiro "Lords of Shadow" chegava a irritar em alguns momentos e era algo bizarro por si só, afinal todo jogo 3D do universo apresenta câmera livre por mais podre que seja.

Vale a pena jogar?

Sim, claro que vale. Não pense você que por causa dos defeitos que citei, "Lords of Shadow 2" é um jogo ruim, pelo contrário, estamos aqui falando de um jogo muito bom. Pior que o primeiro, mas ainda assim a altura desse. Não só a jogabilidade fácil e intuitiva te prende e te motiva a tentar sempre mais uma vez, mas como a própria história que remonta muito bem todos os parentes do clã dos Belmont. Você sempre está disposto a ver o que vai acontecer na próxima cutscene.

O segundo episódio de "Lords of Shadow" é um jogo de detalhes. Tudo aqui, desde as mortes numa espécie de "fatality" que não economizam no sangue, até o próprio loading e cutscenes sempre com tom cinematográfico são muito bacanas de se ver. Mas um ponto que melhoraria seria os cabelos dos personagens, eles me parecem meio plásticos, tipo como peruca de carnaval, principalmente do Gabriel e Alucard. Esse que pra mim perdeu sua imponência com seu visual 3D...

Com legendas em português, "Lords Of Shadow 2" é um game imperdível, que enaltece os principais acertos do primeiro episódio da série, incrementa-se em detalhes e visual, mas peca nas supostas novidades e na sua facilidade extrema em muitos momentos (o chefe Mestre dos Brinquedos é uma vergonha). 

A trilogia formada pelos dois "Lords of Shadow" e pelo "Mirror of Fate" lançado para DS, posteriomente na Live e no mês que vem para PCs, encerrou a história por aqui feita pela Mercury Steam. Mas pelo final (meio chocho) do "Lords Of Shadow 2" é bem possível de termos uma sequência, afinal a Konami gosta de dinheiro também. Sinceramente torço pra isso.

Animação: Dark Noir

Animação: Dark Noir
Numa campanha da marca de bebidas Absolut em parceria com o ilustrador e quadrinista brasileiro Rafael Grampá, trouxe a nós a animação "Dark Noir". Numa fantástica mistura de 3D e 2D, junto a um traço forte e marcante e uma boa história, é um dos melhores curtas de animação que já vi pela internet!

A história segue um detetive contratado por um velho cujas idéias foram roubadas por um amor do passado. No processo de investigação, o personagem principal descobre algo assombroso sobre seu próprio passado.





A mentira por trás dos fãs do Coachella

A mentira por trás dos fãs do Coachella
O apresentador Jimmy Kimmel resolveu fazer um pequeno experimento sobre aquela nova raça de jovens alternativos chamados: hipsters. Todos nós sabemos bem que não só os hipsters (para ser justo), mas fãs de música em várias vertentes, adoram ouvirem bandas que ninguém conhece e a partir do momento que elas entram em evidência, isso significa a morte da banda.

Aqui o lance era a suposta reportagem sobre o festival Coachella 2013 perguntá-los sobre bandas tão obscuras que nem existem. Não sei se isso foi armado pois não dá mais pra acreditar no que se assiste (como dizia meu falecido avô), ou mesmo um deslumbre do povo adolescente de estar aparecendo na televisão. Mas o resultado é tão "maconhado" que chega a dar vergonha alheia...

Veja o resultado:


 Hipsters. Hunf...

Se você for derrotado um dia, sempre tenha esperança

Agora nessa época de Copa do Mundo e Olimpíadas (daqui a dois anos) aqui no Brasil, repense sobre a possibilidade de ficarmos em segundo lugar...


É mais provável um conflito armado, mas o quadrinho ilustra essa situação também.


Guia rápido de como se divertir em uma festa

Já que não houve solução e te arrancaram de casa contra sua vontade, preste atenção nesse guia rápido de como preceder em situações como essa.


Indicado principalmente naquelas festas de família.

Japinha detonando na guitarra

Japinha detonando na guitarra
Mais uma vez os asiáticos atacam!

Muita gente viu aqui no Descafeinado e curtiu a performance impressionante do garoto no show do Steel Panther (que você pode ver clicando aqui), então hoje é dia das mulheres contra-atacarem - no caso uma garotinha.

Tocando com naturalidade de quem levou décadas pra aprender a tocar guitarra assim, com apenas 8 anos, a fofa japinha Lisa toca a instrumental "Scarified", uma das músicas mais famosas de um dos mais exímios guitarristas da atualidade, Paul Gilbert (Mr.Big, Racer X). Confira:



Enquanto isso aqui no Brasil o sonho de muitos manos é virar MC...

Versão de clássico do AC/DC tocada com cellos

Versão de clássico do AC/DC tocada com cellos
O 2cellos é uma jovem dupla Croata formada por Luka Šulić e Stjepan Hauser, fã não só de música clássica, mas como de pop e rock n' roll em geral, que seguindo os caminhos do Apocalyptica (digamos assim, seus pais) não teve pudor algum em não impor limites a seus cellos. Ao contrário de seus pais bem mais famosos que ficaram famosos pela suas versões do Metallica em seus cellos, a dupla viaja por vários estilos e bandas.

Em 2011 na sua estreia, a dupla ficou já conhecidíssima pela sua versão para a música "Smooth Criminal" do rei do pop Micheal Jackson que lhe rendeu até uma turnê com o Sir. Elton John. E agora em 2014 lançaram no seu canal no YouTube uma versão impressionante para "Thunderstruck" do AC/DC.


Para você que ficou curioso, vou colocar outros três clipes oficiais da dupla aqui abaixo. Além da versão espetacular para "Smooth Criminal", coloquei uma versão para "Welcome To The Jungle" e outra para "Highway To Hell" com duo com o mestre das guitarras Steve Vai. 

Mas se você ficou ainda mais curioso, vale a pena visitar não só o seu site oficial onde você pode conhecer mais sobre seus dois álbuns lançados, mas como o seu canal do YouTube que além de tais clipes, há vídeos da apresentação que virou DVD, o Live At Arena Zagreb. 

Curtam aí:





Animação: Brain Divided

Animação: Brain Divided
Que atire a primeira pedra quem em algum momento da vida, por mais sincero que seja hoje em dia, não tenha contido seu impulsos e desejos para impressionar quem gosta, ainda mais uma garota!

Essa animação feita pelo trio Josiah Haworth, Joon Shik Song e Joon Soo Song trata com bom humor essa situação de eterno conflito da razão e do coração nas nossas cabeças.


Garoto de 11 anos destruindo na guitarra

Garoto de 11 anos destruindo na guitarra
Em uma frase pra exprimir bem o que aconteceu com esse garoto: "ele viveu um sonho".

No show da banda glam Steel Panther, Aidan Fisher de apenas 11 anos foi chamado ao palco em frente de milhares de pessoas, e impressionou na guitarra tocando duas músicas do Van Halen, a instrumental "Eruption e o clássico "You Really Got Me Now".

Nunca ouvi o Steel Panther, até porque nem curto glam metal, além de achar ridículo os integrantes se preocuparem mais o laquê do cabelo do que com a própria música. Mas acho improvável que o guitarrista da própria banda toque tanto que nem esse moleque!

Confira:


Recomendação da minha namorada Mah Cherry

Metallica: Vale mesmo a pena ir no show deles?

Ontem no estádio do Morumbi tivemos a turma de James e Lars mais uma vez passando por aqui e trazendo seus clássicos para os fanáticos admiradores brasileiros do bom thrash metal. E como em outras vezes, mais uma vez eu não fui.

Além das questões financeiras que te impedem em ir num show de grande porte como esse por causa dos preços exorbitantes cobrados, o que consola aqueles pobres mortais que não puderam ir no show da banda naquele ano, é a certeza de que ela logo voltará. Metallica, Iron Maiden e Motorhead são apenas três exemplos de bandas que batem ponto aqui em terras tupiniquins praticamente todo ano, fazendo a alegria de fãs brasileiros.

Porém um lado que quero apresentar nesse post, é a pergunta: vale mesmo a pena ir num show do Metallica?

Ao contrário do que você pense, não estou aqui para expor uma opinião de um fã frustrado de não ter ido (ontem fui num bar com covers excelentes de três bandas que adoro e que curti muito, obrigado por perguntar), mas quero expor uma opinião de que se sente incomodado por investir dinheiro numa banda que praticamente todo ano tem passado por aqui e tem nos apresentado praticamente o mesmo setlist. Algo que é realmente frustrante.

Pra você entender, a turnê "Metallica By Request" que passou ontem por aqui, é uma turnê em que eles tiveram a brilhante ideia de deixar a cargo dos fãs escolher a setlist desejada. Que banda do mundo faz isso, e uma das maiores? Nenhuma até onde saiba, o que fez a oportunidade ficar dourada como o ouro mais valioso. Era a oportunidade perfeita de ver o Metallica tocando ao vivo clássicos que não vemos ao vivo ou mesmo nunca vimos. Quando soube disso fiquei empolgado, afinal, logo se pensa que se tratando de fãs, o setlist seria recheado dessas músicas pois os que votariam conhecem a discografia. Fã que é fã é assim.

Porém ao mesmo tempo em que soube dessa notícia meses antes, fui tomado por um pessimismo que apesar da oportunidade dada aos fãs e mesmo esses conhecendo a discografia a fundo, veria no setlist músicas obrigatórias como "Master Of Puppets" e "Seek and Destroy" novamente, provando por A + B que brasileiro não sabe votar nem na eleição do grêmio da sua escola. O tempo passou e foi exatamente isso o que aconteceu, como você pode ver no gráfico abaixo (clique nele para ampliar):

O Metallica jogou para os fãs e os fãs jogaram para o Metallica...

Tudo está muito bom, tudo está legal e o suficiente pra esperar do Metallica algo de bom, não só pelo seu talento, mas porque a banda realmente anda numa boa fase (principalmente comercial). Mas em vez de explorar seu catálogo extenso e variado, ela prefere fazer um grande Greatest Hits pra se jogar aos louros de "melhor banda do mundo". E isso é o que me frustra. Indo mais além, a frase do Lars Ulrich no gráfico é enfática e confessa como o Metallica se acomodou em seus clássicos.

Antes que você pense, não tenho nada contra a esses clássicos absolutos que estão no gráfico e muito menos "revoltinha" de fã cabeça dura que xinga muito no twitter. Só quero externar a frustração de um fã que sabe que o Metallica tem uma discografia mais que suficiente para fazer um showzaço, mas que viu e participou de uma oportunidade única e tem voto vencido como se fosse meu voto nulo nas eleições pra presidente... Entendo que deixar os fãs escolherem o setlist é uma falta de atitude tremenda da banda, e nada mais do que uma transferência de responsabilidade meio que proclamando a todos: "oh o resultado, isso prova que tocamos as músicas que o público gosta". O que por um lado é verdade, mas por outro não. E um setlist refletindo a vontade dos fãs mais jovens. Whiskey In The Jar? Sério? E então a oportunidade final que deram numa votação ao vivo, em que a escolhida acabou sendo a mediana "The Day That Never Comes" em vez da "Ride The Lightning" e "The Memory Remains"? No Peru a alguns dias os fãs escolheram canções como a "Fight Fire With Fire", "Fade To Black" e "Orion", sendo a "Hit The Lights" a escolhida do dia. To me mudando pra lá!

O Metallica inegavelmente faz parte da minha vida e da minha formação musical -, mas outro ponto que me incomoda a ponto de não ir em um show deles, é que a banda tanto ao vivo como no estúdio só está sendo "boa". O que juntado ao que eu disse do setlist claramente jogado pro povo, só me desmotiva quando penso em ir num show que eu tenha uma experiência única e me decepciona profundamente por ser uma banda que me marcou tanto. Traçando um paralelo, infelizmente tem que se admitir que James e Lars não andam mostrando talento em procurar se "reinventar" de alguma forma, refletindo diretamente nas composições. 

O Metallica ao longo da história foi a banda mais criativa e que mais se reinventou ao longo dos anos, estabelecendo os alicerces do trash/heavy metal. O Black Album pra mim é inquestionável e introduziu o que a maior parte do povo conhece de metal hoje em dia. Load pra mim é uma obra prima injustiçada, um álbum corajoso de quem gosta de música e que se fosse assinado por outra banda não teria as críticas que se tem. S&M é um projeto que se transformou em obra-prima cult, e ao contrário de muitos, acho o Lulu legal pra carai. E St. Anger é um bom álbum de altos e baixos, e que só careceu de uma produção decente (talvez ali o Metallica quis voltar tanto às suas raízes que esqueceu do bom senso).

Foi aí que todo mundo chiando, James e Lars resolveram lançar o Death Magnetic. Em outras palavras dar o que o povo pedia, somente isso. Olhando por esse lado é bom, mas com uma audição mais apurada, nota-se que DM carece de espontaineidade e mesmo criatividade. Tanto que "dar o que o povo quer" é que o Metallica está fazendo em seus shows. Entende o que quero dizer sobre essa acomodação que o Metallica vem tendo? A nova música que foi apresentada especialmente aqui na América do Sul, "Lords of Summer", exemplifica bem isso. Riffs interessantes, bom refrão, solo mediano, e duração longa demais. Acho que já vi isso antes.

Voltando ao ponto principal, eu entendo que shows são experiências únicas. Ficar no meio de um mar de gente que curte a mesma banda que você, pular, gritar e cantar desafinado com seus ídolos de carne e osso, é um sentimento que não se compara a nada. Ainda mais em um show de rock. É purificador. Entretanto, shows não são feitos só disso pra mim, mas sim pela música em si. Creio que o que muita gente menos deseja é pagar pra ver um filme no cinema duas vezes e muito menos ir num show que tenha o mesmos setlist duas vezes. Oras, se o mundo é capitalista, então vou dançar conforme a música, concorda?

Também não quero ser leviano e depreciar a "experiência", um sentimento que é indescritivel e único a cada pessoa. Mas tal fato mostrado no gráfico, só me desmotiva quando penso em ir num show que eu tenha uma experiência única e me decepciona profundamente por ser uma banda talentosa e que me marcou tanto. Afinal, como pode ser único se (talvez) no ano seguinte parte do público verá o mesmo show, a mesma agitação, os mesmos clássicos e os mesmos trejeitos da banda? Prefiro então colocar um DVD (que tem as mesmas músicas da turnê) pra rodar.

Dança e luzes. A performance mais impressionante que você verá hoje!

Dança e luzes. A performance mais impressionante que você verá hoje!
No famoso programa American Got Talent, que equivale ao finado Idolos daqui, sempre surgem apresentações de pura qualidade e criatividade nos fazendo pensar: "porque não temos dessas coisas por aqui?". Mesmo aquela bizarrice.

Enfim, essa apresentação tão impressionante quanto criativa e original do grupo de dança Illuminate, faturou o terceiro lugar do programa em 2012. No vídeo de pouco mais de 15 minutos temos 5 músicas coreografadas do grupo, uma mais bacanuda que a outra. De arrepiar.


Se isso foi 3º lugar, imagine então o que o vencedor precisou fazer...


O que passa pelos meus fones #68 - Arch Enemy

O que passa pelos meus fones #68 - Arch Enemy
Ontem uma notícia acabou chocando os fãs de Arch Enemy, a vocalista Angela Gossow decidiu sair da banda. No site oficial da banda, ela declarou: "Depois de 13 anos de puro Metal, 6 álbuns de estúdio e incontáveis turnês ao longo de cinco continentes, eu sinto a necessidade de entrar em uma nova fase da minha vida. Contudo, eu permanecerei como empresária do Arch Enemy, e continuarei a desenvolver meu negócio de administração de talentos artísticos. (...) Eu estou passando a tocha para a super-talentosa Alissa White-Gluz, que é uma amiga querida e uma vocalista soberba há vários anos. Eu sempre achei que ela merecesse uma chance de brilhar – e agora ela a está tendo. Assim como eu tive essa chance em 2001".

Humilde e profissional né?!

Claramente, a troca já vinha sendo combinada por debaixo dos panos a um tempo. Assim como um técnico de futebol logo substitui outro demitido, foi assim a relação entre Arch Enemy e The Agonist (que no mesmo dia do anunciou Vicky Psarakis como nova vocalista e soltou single novo hoje), como se fosse um time grande e outro mais modesto. O que também é algo positivo, já que não deu espaço para novelas e troca de farpas como o que comumente acontece nas bandas de grande porte nas suas trocas de integrantes.

Falando sobre a música "War Eternal", a voz da Alissa White-Gluz é mais melodiosa e acaba combinando mais com esse novo single, mas longe de ela ter influenciado o som que é pesadíssimo e melodioso como o Arch Enemy sempre foi. Se influenciar positivamente ou negativamente (o que duvido, já que os irmãos Amott carregam a banda) veremos no vindouro álbum que sai em maio. Sem dúvida a voz da Angela Gossow é mais potente e mais marcante do que a da sua substituta, porém, apesar dos extensos mimimis fanáticos e comparações que com certeza surgirão, a Alissa é (muito gata) talentosa e dá conta do recado. 

Parabéns também ao Arch Enemy por insistir em sua principal característica, uma vocalista gutural feminina. De macho o mundo já tá cheio. =)))

Abaixo do clipe do Arch Enemy, e como bônus para os mais curiosos, o lyric vídeo da nova música do The Agonist com a Vicky Psarakis.


Bandas do mundo rock e pop recriadas em versão Lego

Ah esses simpáticos bonequinhos, ficam legais em qualquer situação. Entrando nessa onda do filme do Lego, o artista Adly Syairi Ramly decidiu recriar bandas icônicas nessa versão. 

Bom tema para brincar e fazer arte, não?! =)





















O maior reboot de todos os tempos

Aqueles que diziam que a moda anda em círculos, talvez estejam certos, outros que atualmente dizem que o mundo vive uma crise de criatividade sem igual, estão redondamente certos. Eu digo que a nossa existência se baseará em sempre criticar a geração atual.


Bem vindo aos anos 80, só que mais cagado.


O que passa pelos meus fones #67 - Raimundos

O que passa pelos meus fones #67 - Raimundos
Enquanto você diz que o rock nacional está morto. Enquanto você diz que o Raimundos é apenas uma boa lembrança dos anos 90/2000. Eis que somos surpreendidos com uma volta às raízes de uma banda que muito mais que radiofônica.

Na raça, o Raimundos gravou nesse ano "Cantigas de Roda". Esse clipe já foi lançado a um tempo, aliás toda a divulgação do álbum assim como dos singles foram feitas na internet. Tanto que todas as músicas do álbum seguiram a linha desse clipe abaixo: fãs em frente a uma câmera curtindo o bom e velho Raimundos.

Taekwondo nas pontas dos dedos!

Taekwondo nas pontas dos dedos!
Enquanto estou travando uma batalha pra zerar o novo "Castlevania: Lords of Shadow" 2, ler o mais recente livro do consagrado escritor Neil Gaiman "O Oceano No Fim do Caminho" e começar a tomar vergonha na cara e assistir a elogiada série da HBO "True Detective", vamos descontrair um pouco, além de eu dar um oi aqui pra vocês no meio de tanta coisa pra trazer mais análises pra vocês Descafeinados.

Hoje o post é pra conferir uma performance de Taekwondo (duvido que você saiba escrever esse nome sem dar um nó na mente) com uma simpática mão, acredito que de um desocupado aluno.

Notem que os movimentos são muito bem feitos, até parece um bonequinho de verdade =D

O que passa pelos meus fones #66 - Killer By Killed

O que passa pelos meus fones #66 - Killer By Killed
O supergrupo formado por Max Cavalera, Troy Sanders (Mastodon), Greg Puciato (The Dillinger Escape Plan) e Dave Elitch (The Mars Volta), foi batizado de "Killer By Killed", e o resultado foi revelado ao mundo hoje nas faixas  “Wings of Feather and Wax” e “Face Down”, que unem a agressividade (já esperada) com as linhas grudentas e melodiosas numa mistura interessantíssima de Mastodon e Soufly (mais recente), com uma grande variação nos vocais, já que tanto Max, Try e Greg alternam nos microfones. 

Em 13 de maio o poder da banda será libertado, pois nessas duas faixas divulgadas com certeza teremos mais um supergrupo com muita coisa boa pra mostrar aos fãs do metal mais agressivo. Se liga: