Tirinhas da Semana #133

Fazendo uma pausinha no feriadão e no descanso para não deixar vocês sem as tirinhas da semana!











Resenha CD: Volbeat - Outlaw Gentlemen & Shady Ladies

O Volbeat pode ser um Pokémon, mas também pode ser uma banda. Um dos grupos mais criativos e bacanas da atualidade teve origem em Copenhagen na Dinamarca em 2001, e atualmente são formados por Micheal Poulsen nos vocais, Anders Kjolholm no baixo e vocais, Jon Larsen na bateria, e em 2013 tendo a inclusão de Rob Caggiano, ex-guitarrista solo do Anthrax. Esse último que acabou tapando o buraco da saída de Thomas Bredahl, mas que acabou integrado a banda depois de um resultado tão legal no estúdio.

Misturando rock n' roll, southern rock, rockabilly, heavy metal, e até punk rock; indo de Metallica, Johnny Cash, Social Distortion e até o rei Elvis Presley - aliás muito da estética da banda, de coletes e topetes é trazida desses anos 50/60. A banda conseguiu ter um estilo bem característico, e até pelas influências, transita entre entre esses estilos sem esforço algum. Abrindo shows para seu ídolos do Metallica, tocaram também em grandes eventos como o Rock Am Ring e Gigantour com bandas como Megadeth, Motorhead e Lacuna Coil, e recentemente foram anunciados pro Rock In Rio - uma grande oportunidade pro povo e a "pova" conhecer a banda mais a fundo.

Tendo já 6 álbuns lançados e um ao vivo, o Volbeat em "Outlaw Gentlemen & Shady Ladies" mostra uma maturidade cada vez maior. Com refrões e riffs inspirados (muito pela contribuição de Caggiano), a banda também se aventura por suas influências de forma competente e faz um álbum coeso que mesmo tendo 14 faixas passam despercebidas. Sim, com faixas diferentes do que a banda costuma fazer, porém sem também se desvirtuar muito, assim tornando o álbum bastante diverso.

O vocalista Micheal Poulsen declarou a revista Metal Hammer: "Uma das coisas que mais me deixa feliz com este tempo é o contraste no material. De um lado, as canções rockabilly e as melodias reais emocionais, e de outro, algumas das canções mais pesadas. Havia um cara da gravadora no estúdio outro dia, e ele ficou absolutamente encantado com o material ultra-pesado. Ele disse que não tinha certeza se ele estava ouvindo Volbeat!"

Falo de faixas como a "Room 21" que é um denso e pesado heavy metal, com participação de King Diamond, que tem uma bateria pesada e até tendo direito a leves guturais ao longo da faixa (Poulsen antes do Volbeat foi vocalista de death metal); e da mistureba épica "Hangman's Body Count" indo do southern, thrash ao punk sem tropeçar.

Mas se você fã do Volbeat ficou com um pé atrás depois desse parágrafo, não se preocupe, não faltam faixas para a alegria daqueles que querem músicas divertidas e com o estilo de canto característico do vocalista Micheal Poulsen, Exemplos são a country "The Lonesome Rider" que tem a participação da cantora inglesa Sarah Blackwood; a para sair cantarolando "Pearl Hart"; e a cadenciada e mais pop "The Nameless One"; até as baladas mais cadenciadas como "Cape Of The Hero" ou mais pesadas como a "Our Loved Ones". Já para quem quer bater a cabeça temos a "Black Bart", "Doc Holliday", e a "Dead But Rising" que chutam bundas de Metallicas por aí.

Quem acompanha o Volbeat de perto, e desde o ano passado faço isso, sabe que a banda não se vincula a rótulos pré-estabelecidos. Se "Outlaw Gentlemen & Shady Ladies" pode não ser o melhor da carreira e muito menos o mais pesado, é com certeza o mais diverso e mais completo da sua carreira. Já era, mais depois desse álbum o Volbeat é banda pra ter na cabeceira da cama!

Tracklist:

01 – Let’s Shake Some Dust
02 – Pearl Hart
03 – The Nameless One
04 – Dead But Rising
05 – Cape Of Our Hero
06 – Room 24
07 – The Hangman’s Body Count
08 – My Body
09 – Lola Montez
10 – Black Bart
11 – Lonesome Rider
12 – The Sinner Is You
13 – Doc Holliday
14 – Our Loved Ones


Incríveis animações em flipbook de DBZ e Mortal Kombat!

Até acredito que desenhar é a primeira aptidão de qualquer criança, levante a mão quem nunca teve um estojo cheio de lápis de cor! Bom, nunca tive muito talento e imaginação pra desenhar livremente, confesso. Pra falar a verdade eu acho que a medida que vamos crescendo, a vida trata de separar aqueles que pegaram o gosto pela coisa, e aqueles que fizeram aquilo somente por um hobby ou por não ter muito talento para a coisa, como eu. Uns desenham pra caralho, outros escrevem, como eu.

De acordo com a Wikipédia: um folioscópio ou "flipbook" é uma coleção de imagens organizadas sequencialmente, em geral no formato de um livreto para ser folheado dando impressão de movimento, criando uma seqüência animada sem a ajuda de uma máquina.

Esse post é dedicado para esses gênios ninjas como o usuário ettollec1 do YouTube, que tem seu canal dedicado a essas animações fodásticas em flipbook. Nesse post vou mostrar duas: uma do Dragon Ball Z, e a outra do Mortal Kombat, com fatality e tudo!



É a arte milenar de ser épico!

Fiquei sabendo disso no Amigos do Fórum

Resenha CD: Stone Sour - House Of Gold And Bones Part II

A medida que envelheci - e acho que muios vão concordar comigo -, deixei de lado aquele ímpeto adolescente de ouvir aquelas bandas mais evidentes no cenário musical. O rock evoluiu e tomou outras cores pra mim (mais negras no caso), e nesse meio tempo bandas que tinham o aquele apelo emocional capaz de contagiar, passaram a ser apenas escapes de compartilhamento, caso de um Iron Maiden. Ou com o conhecimento mais vasto, simplesmente deixei de achar aqueles "rock foda" nada foda assim, caso de um pobre Linkin Park.

No caso de um Slipknot não é nenhum desses casos específicos, já que a banda ainda me desperta interesse. Mas se antes achava aquele bando de músicos e batedores de lata legais, agora estou mais pra achá-los "normais". O show deles no último Rock In Rio continua sendo um expoente pra mim de um bom show e do quão impactante ele pode ser, e é daí que passo a achar a banda só fator de diversão e entretenimento.

Com esse conhecimento musical dentro do rock mais vasto e uma cabeça mais aberta, o Stone Sour se enquadrou. Claro que a banda alternativa do vocalista Corey Taylor e o guitarrista Jim Root não reinventa a roda, longe disso, mas a medida dos anos ela ganhou mais cara de banda e o resultado está nessas duas partes "House Of Gold And Bones". A primeira parte já resenhei aqui no Descafeinado, então justo é resenhar também a segunda, não é mesmo?!

Mais sombrio e pesado que sua primeira parte, e assim mais experimental, o Stone Sour se mostra com uma evolução, mas sem desgrudar de seus refrões grudentos e mais comerciais calcados num hard rock. A diferença já começa na sombria e pesada abertura com "Red City" e passa por ótimas faixas igualmente pesadas como "Pekinpah" e "Gravesend" bem longe do que estamos acostumados a ver de Corey no Slipknot. Já mais próximo do que estamos acostumados a ouvir do Stone Sour temos a faixa-título "The House of Gold and Bones", as baladas "The Conflagration" e a "Uncanny Valley". Na experimentação até um espaço pra lembrar um Muse vagamente na "Red John", e na "Do Me a Favor" com um refrão alegre e mais hard.

Ao longo dos anos claramente Corey Taylor passou a dar um jeitinho, até no Slipknot, de explorar sua voz usando linhas mais limpas. Bom, se a banda nos entrega um bom álbum, Corey nos entregou uma ótima atuação com sua voz. Assim como Jim Root bem mais solto e com riffs bem diversos; e como ele próprio já declarou: musicalmente, como guitarrista, ele prefere suas músicas no Stone Sour.

Como já deixei claro, o Stone Sour não é reinventa a roda, e nem é necessário fazer isso para ser relevante; ainda mais porque em mais de meio século de rock fazer tal proeza é digna de poucos. Sem deixar aquele gosto de "já ouvi isso antes" mostrando uma clara evolução do último e chato "Audio Secrecy", o Stone Sour se sai muito bem dentro da proposta alternativa e moderna que a banda tem, trazendo novidades muito bem vindas ao seu som.

Claro que cada uma das bandas que citei tem uma proposta bem clara, e por isso seria injusto ficar dizendo aqui que uma é melhor que a outra. Mas para aqueles que como eu preferem um som mais rico musicalmente, o Stone Sour é uma ótima alternativa, principalmente para os que procuram o meio termo entre o metal e algo mais comercial.

Tracklist
  1. "Red City" 4:39
  2. "Black John" 4:02
  3. "Sadist" 5:07
  4. "Peckinpah" 4:11
  5. "Stalemate" 4:47
  6. "Gravesend" 4:41
  7. "‘82" 3:42
  8. "The Uncanny Valley" 4:01
  9. "Blue Smoke" 2:07
  10. "Do Me A Favor" 3:44
  11. "The Conflagration" 4:55
  12. "The House Of Gold & Bones" 4:45

Palestra: Façamos uma revolução da aprendizagem

O TED (acrônimo para tecnologia, entretenimento e design) é uma fundação privada sem fins lucrativos norte-americana, que ao redor do mundo faz conferências destinadas a disseminação de ideias. Dentro de 18 minutos, músicos como Bono, escritores como J.K. Rowling, doutores, professores e cientistas, expõem ideias livres e originais que são sim capazes de mudar o mundo e o mais importante, te mudar.

Fundada em 1984, a conferência global está para completar 20 anos, e para quem não conhece esse post é uma grande oportunidade de você se interessar por uma boa palestra (muitas das que vi fantásticas por sinal). E para começar o interesse, posto a palestra mais vista no YouTube feita pelo professor, autor, palestrante, e consultor em educação - nomeado Sir - Ken Robinson.

Vale a pena assistir:


No YouTube temos tantos outros vídeos legendados, e no site oficial tem tantos outros que tem legendas em nosso idioma.



Tirinhas da Semana #132

Adoro frio, mas minha mão está tão gelada que estou com preguiça de escrever qualq...

Considerações sobre a próxima geração dos vídeo-games


Li muito sobre os anúncios das empresas, e se o Wii U sofre pela escassez de jogos e o PS3, na minha visão, deu maior foco a eles, o Xbox One foi total decepção. Não só em questão dos jogos, mas em questão da filosofia.

Xbox One: Um tiro no pé?

Clique aqui para mais detalhes do anúncio do Tio Bill

Com certeza você emprestava jogos. E o que dizer agora do anúncio da Microsoft em que não se é mais possível emprestá-los livremente? De acordo com ela mesma, cada jogo terá associação a sua conta do Xbox Live, logo, assim que você emprestá-lo a outra pessoa, essa terá que pagar o equivalente ao valor do Blu-Ray físico para jogar também.

O Kinect obrigatório achei bem compreensível, afinal, faz parte da proposta do mesmo; além do fato de que ele ganhou um fôlego muito bem vindo de funcionar em espaços menores, já que nem todo mundo tem uma sala grande pra se mexer naquilo. Mas a Microsoft fez aquilo que eu, a muito tempo atrás, pensava que ela poderia fazer quando ela entrou para a guerra: transformar seu console em um "faz tudo". Ela desmentiu aquele boato de que o console terá que ficar ligado na internet, entretanto a diversidade de conteúdo conectado transformando o console num tipo de Netflix diz o contrário. Além da possibilidade inútil de ficar alternando da TV pro jogo.

Será que isso é tão genial quanto parece?

Playstation 4: Rumo a tempos melhores

Clique aqui para mais detalhes do lançamento da 4ª geração do PS

Ao contrário da geração atual, a Sony sai na frente pois parece dedicar o seu console mais pra aquilo que foi inventado: os jogos. O controle teve poucas alterações a exemplo de seu rival, mas a empresa deu mais atenção a eles, e isso pareceu mais simpático. A integração online pareceu mais agradável e as possibilidades de compartilhamento de conteúdo me pareceram mais... úteis, e (até agora) a conexão não se tornou nem de perto obrigatória aos olhos de quem quer só jogar um game; enfim, se pareceu abrir um leque maior. É sem sombra de dúvidas o lançamento mais tranquilo até agora. Tem uma vasta gama de jogos e os exclusivos são um grande ponto forte do console, assim como seu antecessor PS3 foi.

Mas se tratando dos dois consoles, isso é apenas um ponto de vista inicial, já que eles nem foram lançados e trabalhar um conteúdo online demanda tempo.

Wii U: A Nintendo mais uma vez amarga o fracasso?

Saudosismo e tradição. É aí onde penso que a Nintendo com sua teimosia sai ganhando no meio de tanta polêmica e integração que no fundo não quero. Vejam o fantástico exemplo do Wii, apesar de sua tosquice em fazer remakes de diversos jogos como "House of the Dead" e "Fatal Frame", ou relançar jogos do fracassado GameCube como "Donkey Konga". Porém jogos como: "Super Mario Galaxy" e "Donkey Kong Country Returns" te fazem pensar em comprar o console. E confesso que a experiência te fará ter a mesma ideia que eu.

O saudosismo aí bate mais forte e a Nintendo sabe muito bem trabalhar isso, sabe que esses personagens fizeram parte da infância de 99% dos gamers, e ninguém como ela sabe trabalhar o seu console a seu favor. Vide o Nintendo 64. Se faltam jogos, jogar Wii é uma experiência tão legal como mergulhar em uma piscina de chocolate ou comer lasanha todo os dias. Só que aí veio a nova geração, e na tentativa de inovar como o Wii conseguiu, a Nintendo se viu uma sinuca de bico e concebeu o Wii U.

Tendo sido o primeiro console da nova geração ao ser anunciado e lançado, dá pra ter um ponto de vista bem melhor. A ideia da Nintendo é boa, tentou continuar o que deu tão certo: de atrair os jogadores casuais. Mas se eu sou um jogador casual, a primeira coisa que vou pensar é ficar com meu Wii. Oras, não vou querer um controle parecendo um tablet. A possibilidade de interagir diretamente com a tela é uma bela sacada, porém graças a teimosia da Nintendo, é mal executada. Tanto que penso que se deixassem, a Nintendo estava ainda na época dos cartuchos.

A "soberba" de lançar um hardware muito abaixo do que está sendo produzido pela concorrência, e pensar que seu público e seus personagens vão dar conta do recado sempre, é um pensamento pequeno. Além do fato de de a empresa fazer propaganda do Wii U no Wii no inbox, soou tão ridículo quanto um recurso. Não é atoa tantas produtoras estarem pulando fora do barco ou negando completamente a possibilidade de adaptar os títulos pro console.

A indústria mais rentável e mais cara 

Por ouro lado, esse pensamento é diretamente ligado aos preços. Pra mim o Blu-ray não foi adotado só pela sua capacidade, mas também pela sua difícil falsificação (se é que é possível) e assim dando um retorno mais garantido as produtoras. E sabemos bem que produzir jogos é cada vez cinematográfico e caro, e demanda mais pessoal do que você pode imaginar. Imagina pagar todo mundo e ter retorno? Além dos componentes usados no hardware. Então pensando bem, as coisas parecem justas pra mim.

Ok, sei que você pensou isso. A Nintendo é uma grande mão de vaca por lançar um console defasado e viver de suas próprias franquias? Sim e não. Ela é de uma outra cultura. E sabemos bem que o Japão, por mais que tenha um internet monstro, preza mais por tudo que estou falando: a diversão, do que os EUA. Talvez seja meio confuso, mas é aí que o jeito da Nintendo trabalhar com pouco pró-diversão vem.

Mario é insuperável. E para mim só ela sabe fazer os bons e velhos jogos de plataforma como ninguém.

Conclusão

Sei lá, tenho 24 anos e posso ser considerado de uma velha geração, não só porque os avanços tecnológicos são cada vez mais dinâmicos, mas porque sou um cara velho que ia a banca comprar revistas de vídeo-game, da época em que o Kinder Ovo custava 1,00 e o passe de ônibus ser em papel e valer 50 centavos...

Por mais que na minha cabeça uma nova geração não era tão necessária como parecia, tanto que o suporte de produtoras como a EA vão até 2017 no PS4 e Xbox 360, eu entendo também que a tecnologia tem outro avanço que em outras épocas não tinha. E se Hollywood abusa das sequências, porque os games não que já fazem isso em seus jogos, não iriam fazer isso também com seus consoles, não é mesmo?! Pobres de nossos bolsos!

O Mario continuará sempre sendo o expoente maior, mas hoje franquias como "Call of Duty" até um "Assassin's Creed" tomaram os holofotes; porém ao contrário do que você talvez pense, não quero pregar saudosismo exacerbado. Deve-se haver evolução, sempre. Por causa dela os jogos se tornaram tão divertidos e cada vez mais imersivos, tanto que em muitos casos é melhor jogar um "Bioshock" ou "Far Cry" do que ver um filme de Hollywood. Deve-se integrar a internet quanto for possível, é interação sempre, vide a mania dos jogos on-line. Mas eu como consumidor, quero jogar acima de tudo.

Não me interessa o que eu posso fazer num vídeo-game além de poder jogar um game legal, e isso está se perdendo aos poucos com o tempo. Agora com a nova geração de vídeo-games tendo sido revelada completamente ontem com o Xbox One, é uma boa oportunidade de analisar os consoles, e os prós e contras de uma geração em que eles cada vez mais viram produtos multimídia. Será que o vídeo-game virar o centro da sala é o caminho? Ou será que pra você tudo que eu disse é besteira? Bom, só sei de uma coisa: o seu bolso deve ser preparado!

Vídeo-games: a maior causa de violência

Pois é melhor você reconsiderar o fato dos games não causarem violência.


Entenda isso como recado a aqueles que querem roubar meu vídeo-game.

Via Dorkly

Os heróis da vida real

Aqui falamos direto dos super-heróis, Batman, Super-Homem, Homem de Ferro... Mas fodam-se eles. E o próprio homem? Esse vídeo com cenas impressionantes, é um compilado comovente de bondade e humanidade que ainda há no mundo.

O que passa pelos meus fones #50 - Megadeth

Pois é, tá saindo muita coisa boa ultimamente.

Agora é a vez do Megadeth soltar mais uma faixa de seu próximo trabalho "Super Collider". A dita cuja se chama "Kingmaker" e mostra um Megadeth bem melhor que já pudemos escutar na faixa-título: "Super Collider". Inclusive dando tanto pano pra manga, que deu origem a uma resenha que você pode ler aqui.

Claramente Dave Mustaine nesse trabalho parece se focar mais nos refrões; com mais melodia, mas sem deixar de lado os ótimos riffs protagonizados por ele e Chris Broderick. Bom, de todo modo poderemos ter uma opinião mais precisa quando o álbum sair dia 4 de junho. Até lá, cliquem no play e me digam o que acharam:



Eu entendi o que significa o conceito da capa de mostrar o Colisor de Hádrons na Suíça, mas alguém além de mim a achou esquisitíssima?

Veja o que rolou no lançamento do Xbox One!

Numa conferência breve e direta, hoje dia 21 a Microsoft acabou com as especulações e mostrou seu novo console ao público. Em vez de dar mais uma volta (360-720), o novo Xbox terá o nome One e também aquilo que foi ventilado pela Microsoft: o console será o centro de entretenimento de uma casa. E é aí que partimos para o design.


Obviamente que o primeiro pensamento que eu e você temos ao ver o XOne é de que esse troço parece um video-cassete. Piadinhas renderão, mas num artigo que li, o console foi pensado para ser discreto. Ora, se temos um centro de entretenimento, então porque parecer mais mirabolante e futurista? A Microsoft na conferência disse que “a sala de estar mudou radicalmente nos últimos oito anos”, mas “É hora da tecnologia sair de trás da cortina, e você e seu entretenimento se tornarem o centro da sala.”. E foi com essa ideia que o Xbox One tem a aparência "chapada", de design industrial, com uma faixa fina e cromada; sem aquelas curvas e detalhes em verde, e o logotipo futurista. tudo para dar a aprência de sobriedade.


Já o Kinect também acompanha esse design, dando lugar a elegância em vez de uma aparência curvilínea que predominava no X360. O controle também ganhou novidades, e foram mais de 30 alterações. Discretas, mas que fazem diferença, como um direcional mais preciso (coisa que incomodava no X360 e também mais côncavo. Com a "home" agora no topo do controle, facilitando a vida de muitos que no apertar desenfreado de botões acabam apertando ele também; o controle perdeu o compartimento de pilhas na parte de trás, mas a Microsoft não deu detalhes se o carregamento continuará o mesmo ou usará a moderna tecnologia de carregamento continuo.



Mas vamos falar do que interessa: a tecnologia. Ao contrário do que era ventilado, o console não precisará estar sempre conectado a internet para funcionar, mas se estiver, ele promete uma integração ampla ao sistema de conquistas, com vídeos podendo ser capturados em tempo real e serem compartilhados na Live, proporcionando também uma fluidez maior para as produtoras se elas quiserem modificar suas conquistas ou aumentando e diminuindo a dificuldade das mesmas.

O XOne promete uma integração inovadora entre o jogo, a internet, a TV, e o jogador. Com o comando de voz ou gestos, você poderá navegar entre os canais e quando escolher algum filme ou série, o XOne irá mostrar em quais canais está passando ou os horários que será exibido e também alguns serviços online como o Xbox Video, Netflix e Hulu que permitirá você baixar o episódio ou filme e assistir por streaming. tudo como se fosse um único canal. Isso é possível por três com sistemas funcionando simultaneamente pelos 8 núcleos do console, um sendo o game em si, outro o Windows, e o terceiro, como se fosse uma película, proporcionando essa interação rápida e intuitiva.

A empresa do Tio Bill reforçou o quesito integração com a adição do Kinect ao console, assim deixando de ser um mero periférico alternativo, já que para usufruir de sua interatividade o Kinect se tornou indispensável. Mas e se não tiver um espaço disponível (algo que eu nem tenho também)? Ok, a Microsoft promete uma "experiência igual independentemente de você estar numa sala de estar ou em um pequeno quarto. Atualmente, o periférico da Microsoft utiliza uma barra de captação com sensor VGA, agora o novo dispositivo vai suportar a exibição de vídeos de até 1080p, rodando a 30 frames por segundo, além de oferecer uma ampla tela de exibição de imagem. Tudo isso só é possível devido a um rendimento de recepção e processamento de dados de incríveis 2 GB por segundo! Segundo a própria empresa, “o sensor do novo Xbox é tão sensível que terá capacidade de ler seus batimentos cardíacos”.

Com uma tecnologia na nuvem, tendo aproximadamente 300 mil servidores para reforçar a Live para isso ser possível, o Xbox One terá jogos com "instalação jogável". O que isso significa? Significa que a M$ com isso acabou por restringir o uso de jogos usados. Em outras palavras é você comprar um jogo, instalar no seu console - assim não sendo mais preciso o uso desse CD, e assim vinculando esse jogo a sua conta na Live -, e daí para outro console usar esse CD seria necessário o pagamento de uma taxa. Mas vale ressaltar que além de o suposto preço não ter sido divulgado, a taxa também em si nem é confirmada.

O console contará com leitor Blu-ray, 500GB de HD, conexão USB 3.0, com um processador melhorado de 8 núcelos. A retrocompatibilidade não será possível, para decepção de muitos e conformismo de outros, já que esses esperarão que os jogos do X360 sejam disponibilizados aos poucos para download. A explicação é que certos componentes de hardware impedem a retrocompatibilidade com jogos de seu antecessor, mesma explicação do PS4. Lembrando que apesar de o X360 conseguir rodar alguns jogos do primeiro Xbox, ele os rodava através de um processo de emulação.

Bom, o que interessa são os jogos não é mesmo? Não importa se seu console pareça uma caixinha de brinde, uma grelha ou um vídeo-cassete. Os detalhes acerca deles foram limitados, mas alguns anúncios foram feitos. Além de Call Of Duty: Ghosts, que promete "ser o melhor e mais bonito da série" (não me diga), foram anunciados além de os títulos esportivos da EA: Madden NFL, FIFA 14, NBA e UFC, apresentando a nova engine da EA, o "Ignite". A conferência também apresentou o sempre promissor e ótimo Forza Motorsport 5, e a nova franquia exclusiva produzida pela Remedy (mesma produtora de Alan Wake e de Max Payne): Quantum Break. Falando em exclusivos, durante a E3, além de anunciar mais detalhes de seu console, a Microsoft promete 15 totalmente exclusivos, sendo que 8 deles totalmente inéditos! Para mim consertando algo que o PS3 superava o Xbox 360 fácil.

Vamos aos trailers. Mas nada de gameplay, apenas CGs ultra-mega bem feitas:





Previsto para sair no final de 2013, o preço não foi divulgado. Sobre o Brasil, o diretor de marketing da Microsoft, Craig Davidson, não confirmou a produção do console no país, mas também não desmentiu. Pois é, vai ficar para a E3. Lembrando que o Brasil é uma rota lucrativa para a empresa, que detém 65% do mercado de games por aqui. 

Tentei aqui compilar o máximo de informações sobre a mais nova novidade do Tio Bill: o XBox One. Sei que é uma tarefa difícil, mas que o artigo tenha servido para informar vocês um pouco do podemos esperar da oitava geração de consoles (leia sobre o lançamento do PS4 aqui). Espero que tenham curtido!

Acredite: Ensinamentos dos heróis das HQs

Já te mostrei aqui a primeira parte dos resultado nas andanças pelo Pinterest nessas artes da série "Aceite" dos vilões das HQs que você pode ver clicando aqui.

Bom, agora é a vez dos heróis como Capitão Marvel, Wolverine, Superman, Batman, Hulk, Homem-Aranha, Zatanna, Cyborgue, Ravena e tantos outros aparecerem por aqui na série "Believe". Como achei melhor postar logo tudo de uma vez, se prepare, pois tem muita coisa!


Acredite na juventude.


Acredite na responsabilidade.


Acredite na família


Acredite no melhor!


Acredite em um jovem garoto.


Acredite no sensacional.


Acredite na justiça.


Acredite no incrível.


Acredite em si mesma


Acredite na perseverança;


Acredite no Cavaleiro das Trevas.


Acredite na tecnologia.


Acredite na fé.


Acredite no nada.


Acredite na comunicação.


Acredite na vitória.


Acredite na lealdade.


Acredite na paixão;


Acredite no dia mais claro.


Acredite na mágica.


Acredite no pensamento positivo.


Acredite em conexão.


Acredite na ciência.


Acredite em determinação


Acredite na aventura.


Acredite no absurdo.


Acredite no homem poder voar.


Acredite na maravilha.


Acredite em grandes corações.


Acredite em emoções.


Acredite em progresso.


Acredite em redenção.

Tudo obra desse cara aqui