Resenha DVD: Led Zeppelin - Celebration Day

Inovadora e com um som pesado orientado pelo blues-rock, hard rock, e até heavy metal, misturando mitologia, misticismo e outros gêneros como world music e folk (principalmente britânicos) ao seu som; os quatro membros de Londres: Robert Plant, Jimmy Page, John Paul-Jones e John Bonham, foram responsáveis pela banda que estabeleceu o som real do que chamamos de rock n' roll e até transcendendo um gênero musical definido. O Led Zeppelin foi, e ainda é, a banda de rock n’roll definitiva, acabando por estabelecer o formato dominante para o classic rock, assim como o real som do gênero. Essa não é só uma opinião minha, como a de qualquer fã de rock, o verdadeiro.

Finalmente temos em mãos a apresentação realizada na O2 Arena em 2007. Passaram-se cinco longos anos dessa longa agonia, e de lá pra cá viajaram pela internet bootlegs e vídeos, todos de má qualidade, do mais que concorrido show da banda. Só me estranha o fato de ter-se guardado tão bem a informação de que tinham câmeras suficientes pra gravar um bom DVD lá, já que fã que se preze iria vazar essa toda e qualquer informação sobre o show, mas isso é o de menos. Surpresas são boas, não?! 

Agora temos o material que faz jus a essa apresentação histórica e magnífica, com a edição bem feita e o som nota 10 captando todo o peso da banda, podendo ter a real sensação do que foi e sempre será essa banda que praticamente sedimentou isso que chamamos de rock n' roll. Tanto que fiz questão de assim que chegou em casa o meu pack do CD e DVD do "Celebration Day" já abrir e colocar pra tocar! (risos)

Essa única apresentação foi uma homenagem e agradecimento ao fundador Ahmet Ertegun da primeira e única gravadora da banda, Atlantic, da qual permaneceram até seu fim em 1980, mas penso que essa terceira reunião após o fim foi também a John Bonham. Jason aliás, seu filho, passou a apresentação visivelmente emocionado, e com certeza principalmente pra ele, fez sua maior apresentação segurando das baquetas. O guitarrista Jimmy Page ao final da "Kashmir" fez o gesto que sintetiza justamente o que estou dizendo, sorrindo e passando a mão na cabeça de Jason como se dissesse: "muito bem, cara". 

Ao final com "Kashmir", e o bis "Whola Lotta Love" e "Rock n' Roll", com os integrantes cobertos por sorrisos nos seus rostos e presenciando lágrimas dos fãs que estavam ali, pudemos ter a real noção de o quanto eles se sentiam realizados por estar ali, tal qual como se estivessem sentindo novamente aquele espírito que tinham no palco com John Bonham. Era como se fosse aquela sensação de realização de um trabalho bem feito, mas encerrado ali. É a despedida, e penso que pela história construída, alguém coberto por glória deve despedir-se da forma mais digna: "por cima".

Se esse fim depois de ver uma "chance" plausível de volta é ruim? Claro, afinal como fã queria ver os meus heróis no palco, assim como um Pink Floyd e um Pantera. Mas também sei que isso não é necessariamente preciso, ainda mais porque um integrante se foi de forma trágica (ainda mais se falamos de Pantera). Porém, mesmo com esse desejo de fã, sei também que há o tempo de se despedir, há o que chamamos de "o canto do cisne" de uma obra que chega a ser intocável. Portanto, devemos agradecer a todos os cinco que estavam ali. Plant, Page, Paul-Jones, Jason e John (e sim, ele estava ali).

O Led Zeppelin era uma banda além do seu tempo, é além do nosso. Se no futebol temos o Pelé - e sobre perfeição o seu nome virou adjetivo com o tempo - o Led Zeppelin é o Pelé do rock n' roll. E mais difícil do que criticar, é encerrando uma resenha não falando da banda como um fã rasgando elogios aos ventos. 

Integrantes:

Jason Bonham – bateria, percussão, backing vocals em "Good Times Bad Times" e "Misty Mountain Hop"
John Paul Jones – baixo e teclado
Jimmy Page – guitarra e produção
Robert Plant – vocais, gaita em "Nobody's Fault But Mine", e tamborim em "In My Time of Dying"

Tracklist:

"Good Times Bad Times" 3:12
"Ramble On" 5:45
"Black Dog" 5:53
"In My Time of Dying" 11:11
"For Your Life" 6:40
"Trampled Under Foot" 6:20
"Nobody's Fault But Mine" 6:44
"No Quarter" 9:22
"Since I've Been Loving You" 7:52
"Dazed and Confused" 11:44
"Stairway to Heaven" 8:49
"The Song Remains the Same" 5:47
"Misty Mountain Hop" 5:08
"Kashmir" 9:07
"Whole Lotta Love" 7:26
"Rock and Roll" 4:35

Sitcom de Jesus #57

Voltamos! Excepcionalmente hoje num dia diferente, mas com o humor ácido de sempre.

Hoje mostrando a rotina de JC na balada: confortando os necessitados e ajudando na segurança.




Tirinhas da Semana #107

Retrospectiva Games: Donkey Kong Country (SNES)

Inauguramos uma nova seção no aqui do Descafeinado chamada "retrospectiva games" em parceria com o blog Na Ressaca. Para quem nem imagina o que é, se trata de vídeo análises de games antigos de Super Nintendo e Mega Drive (e quem sabe em breve para plataformas novas) que marcaram a nossa infância. E para a primeira empreitada o game é o amado e conhecido a quatro cantos Donkey Kong Country!

Vídeo análise feita por Estevan Sena (e quem sabe um dia não solto minha voz?):


É de se notar que mesmo tantos anos depois o game continua com gráficos belos e jogabilidade ultra-diversa. Isso mostra como não era um simples jogo de plataforma.

Resenha Game: Resident Evil 6 (Xbox 360)

Resenha publicada originalmente por Estevan Sena e Carolina M. no blog Na Ressaca

Essa semana eu consegui jogar o tão esperado Resident Evil 6, o qual todos os boatos das mudanças da jogabilidade do jogo e os gráficos melhorados a pedidos dos gamers foram concedidos com exito.

A jogabilidade é excelente, a melhor de toda saga Resident Evil (fazendo as ressalvas que essa comparação é dada para os Residents 4,5 e OR.)

" É gente, agora você anda e atira e isso é um colírio para meus olhos hasuahsua."

Sem contar que você interage bem mais no jogo, está quase tudo sendo possível de se fazer nesse Resident Evil.

Uma coisa bacana é modo principal ser dividido em campanhas nas quais você escolhe o personagem que você pretende jogar (Leon, Chris e Jake e depois de terminar as 3 campanhas você abre a campanha da Ada). Sobre as campanhas algumas apresentam mais combate corpo a corpo, outras mais tiro e munições mais fáceis de se encontrar e incluso a campanha do Leon que faz um remake interessante ao gênero Survival Horrors.

Spoilers, cuidado!!!

Roteiro, incluso o envolvimento dos personagens Chris, Leon e Jake: Em 24 de dezembro de 2012, Jake Muller, um mercenário do Exército de Libertação da nação eslava meridional de Edonia e filho do bio-terrorista Albert Wesker, foge das autoridades durante um dos ataques bio-terroristas. Jake cria uma parceria com Sherry Birkin, uma agente da Division of Security Operations (DSO) e sobrevivente de Raccoon City.

Ao mesmo tempo, Chris Redfield, capitão da Bio-terrorism Security Assessment Alliance (BSAA), e a sua equipa (incluindo o atirador furtivo Piers Nivans e o perito em demolições Finn Macaulay), lutam contra as Armas Bio-Orgânicas (BOWS) e contra os J´avo. No entanto são atacados por Ada Wong, uma agente da Neo-Umbrella, que mata a maior parte da equipa BSAA usando um dispositivo que injecta o recentemente desenvolvido vírus-C, transformando-os em monstros, excepto Chris e Piers. Como consequência deste acontecimento, Chris auto exila-se, passando tempo a beber num bar.

Entretanto, a extracção de Sherry e Jake de Edonia pela BSAA é sabotada por um BOW com o nome de código 'Ustanak', forçando o par a despenhar-se nas montanhas onde eventualmente serão capturados por Ada e feitos prisioneiros.

Em junho de 2013, o presidente dos Estados Unidos, Adam Benford, decidiu revelar a verdade por detrás do que aconteceu no incidente de 1998 na cidade de Racoon, com a esperança de acalmar o atual ressurgimento de atividades bioterroristas. Junto a ele está o seu amigo pessoal e sobrevivente do incidente de Racoon, Leon S. Kennedy, junto com a sua nova companheira Helena Harper, mas quando o local onde se encontram sofre um ataque bioterrorista, Leon é forçado a confrontar o presidente agora infectado acabando por o matar. Helena leva Leon até à Catedral de Tall Oaks, no centro do surto de zombies, com a intenção de salvar a sua irmã Deborah. Quando conseguem chegar a Deborah, ela já tinha sido infectada com o vírus-C, forçando o par a matá-la. Pelo caminho os dois encontram Ada e Helena acaba por revelar a Leon que ela foi chantageada pelo assessor da Segurança Nacional, Derek C. Simmons, para o ajudar no assassinato do Presidente Benford. Helena também revela a ligação de Simmons com a Neo-Umbrella. Pouco depois de escaparem da Catedral, Tall Oaks é destruída por um ataque aéreo. Leon e Helena então decidem perseguir Simmons até Lanshiang, China, enquanto fingem as suas mortes com a ajuda de Ingrid Hunnigan. Enquanto isso, Jake e Sherry conseguem escapar do cativeiro em Lanshiang.

Enquanto isso, Chris volta volta para a BSAA com Piers e uma nova equipa, chegando a Lanshiang sob a ameaça de um ataque bio-terrorista. Chris recupera de sua perda de memória induzida pelo álcool e parte numa vingança contra Ada, resultando em várias mortes na sua equipa. Quando Chris e Piers finalmente cercam Ada, Leon intervém. Depois de serem informados por Leon, Chris e Piers perseguem Ada até um porta-aviões, destruindo mísseis de carregados com o vírus-C, enquanto um assassino, aparentemente, mata Ada.

Leon, Helena, Sherry e Jake enfrentam Simmons acerca do seu envolvimento nos focos da doença, aí Sherry, secretamente, entrega a Leon os dados médicos de Jake, para o caso de ser capturada. Leon e Helena encurralam Simmons em cima de um comboio, onde este confessa que matou o Presidente para o impedir de revelar a verdade sobre Raccoon City, o que levou a que os Estados Unidos perdessem a sua autoridade. Os dois derrotam um Simmons mutante enquanto Sherry e Jake são capturados. Ao tentarem sair da cidade, Leon e Helena são avisados por Chris que um míssil foi lançado, mas que é tarde demais para o parar. Leon então revela a Chris a verdadeira identidade de Jake e ambos (Chris e Piers) partem para uma remota plataforma petrolífera, na tentativa de resgatar Jake e Sherry.

Com a ajuda de Ada, Leon e Helena finalmente conseguem matar Simmons, antes de escaparem com as provas dadas por Ada sobre os crimes de Simmons, provas essas que também ilibam Helena.

Na plataforma petrolífera, Chris e Piers dirigem-se para níveis inferiores, e conseguem libertar Jake e Sherry, antes de prevenirem um ataque em larga escala de BOW a partir daquela localização. Quando se encontram por instantes, Jake tenta matar Chris, mas resiste à tentação, dizendo que há coisas mais importantes do que a sua sede de vingança.

Jake e Sherry conseguem matar 'Ustanak' durante a fuga, e recuperam uma boa provisão de vacinas contra o vírus-C, enquanto Chris e Piers lutam contra Haos, o anfitrião BOW. Gravemente ferido e numa tentativa desesperada de salvar Chris, Piers injecta-se com uma amostra do vírus-C, para ajudar a mudar o rumo que a batalha estava a ter, derrotando Haos temporariamente antes de evacuarem. Consciente de que a mutação iria piorar, Piers sacrifica-se a si próprio ao empurrar Chris para um barco de evacuação e assegurando-se da destruição da base da Neo-Umbrella.

Enquanto isso com Ada Wong

É revelado que a Ada Wong que interage com Chris e Piers é realmente uma doppelgänger, uma cientista chamada Carla Radames. A verdadeira Ada Wong estava a ajudar Leon e Sherry enquanto destruía o laboratório da Neo-Umbrella em Langshiang. Apesar de considerada falecida, Carla tenta um último ataque contra a verdadeira Ada, depois de se ter injectado a si própria com uma dose muito forte do vírus-C, mas é morta.

Enquanto Leon e Helena lutam contra Simmons, Ada chega ao laboratório onde o seu clone foi desenvolvido e destrói tudo. Entretanto recebe uma chamada de alguém, aceitando uma nova missão.

E... O Na ressaca recomenda, é um bom game de uma ótima franquia.

Creio que não é definitivamente o melhor, mesmo por quê tenho uma preferência enorme pelo Resident 5 e não acho que a evolução foi realmente na jogabilidade, apenas foi modificada mas ainda assim apresenta pequenas falhas, em certos momentos chega ser confusa, dependendo da urgência dos comandos. Palmas para a ideia das campanhas, que se for bem observado, podemos reparar um cuidado enorme em diferencia - las, no estilo em si são diferentes, no esquema de gameplay é a mesma coisa.

Pequenos detalhes das Campanhas do Game

Leon: Na campanha do ancião da série houve um cuidado inacreditável em casar o estilo antigo de horror com o estilo ação "novo" da série, economize balas e se prepare, pois na campanha de Leon os zumbis são bem mais lentos, porem, em certa quantidade são perigosos e em contados 2 momentos de "abrir portas" (coisa bem das antigas) você caro leitor, pode acabar levando um pequeno susto.

Chris: Essa é....Militar, sim logo de cara se percebe isso, com mais armas e munições e cenas de filmes como Os Mercenários tornam a campanha interessante, pena que não casa bem com o final melado, mas enfim....

Jake: Minha favorita, pois mescla ação, com uma leve pitada de horror (pequena mesmo) e muita pancadaria, Jake se mostra um personagem muito interessante e com uma força de combate incrível, apenas eu queria saber por quê Chris da campanha acima tem o soco mais mentiroso da história dos games de ação enquanto Jake que é uma arma bio - modificada não apresenta a mesma habilidade.
Vale prestar atenção na parte em que ele acorda no laboratório depois de ser sequestrado... incrível como um cenário monocromático muda o gameplay.

Bom, eu terminei todas as campanhas...

Ada: É pessoal, quem disse que jogar com um crossbow é coisa de rpg? A campanha da nossa amiga sedutora é interessante, curta mas vale uma jogatina pra relaxar
(nada de pensar besteira hein, hehehe). Vale o esforço e ajuda a entender melhor a história do game.

Detalhe bobo, mas ficou legal XD 

Os menus assim com as barras de life e munição sofrem uma mudança de layout de acordo com o personagem que você escolher;

No geral, jogue e divirta-se!!!

Resenha Game: Max Payne 3 (PS3 - Xbox 360 - PC)


Resenha originalmente publicada por Estevan Sena no blog Na Ressaca.

Parece que foi ontem o dia em que eu joguei Max Payne para Playstation 2, e lembro que na época
eu brisei no estilo e na proposta pesada e séria do game. Hoje em pleno 2012 a surpresa e satisfação continuam as mesmas, ainda com a reformulação do jogo que esta mais Arcade e bizarramente sério (afinal, games Arcades tendem a ser mais lights e menos detalhistas).

O game se parece muito com um filme mas ainda assim lembra que é um game e em diversas partes ele se relaciona com o jogador como se fosse uma história em quadrinhos. Uma das novas "pegadas" da série é o multiplayer bacana e viciante, outro ponto de destaque são os "unlockeds" do game, que são vários e isso não é uma coisa que se vê muito nos games de hoje e é nesse ponto em que Max Payne apresenta um gameplay bem maior que os outros games do gênero.

Enredo

De acordo com Sam Houser da Rockstar, é a sua intenção de iniciar um novo capítulo da vida de Max Payne com o jogo. "Isto é Max como nós nunca o vimos antes, alguns anos mais velho, mais cansado da vida e mais cínico do que nunca." 


Desde o último jogo, a imprensa afirma que Max deixou Nova Iorque para trás e "deriva de mal a pior" O comunicado de imprensa, em seguida, continua a dizer que Max foi traído e está procurando a verdade e uma saída. O jogo vai decorrer em São Paulo, Brasil, onde Payne está trabalhando na sector da segurança privada para uma rica família local, oito anos após os eventos do segundo jogo.

Max Payne agora trabalha na proteção de executivos para os ricos Rodrigo Branco, na esperança de escapar às lembranças conturbadas do seu passado. Quando uma gangue de rua sequestra a esposa de Rodrigo, Max é puxado para uma conspiração sombria, em que todos os aspectos da sociedade de São Paulo estão envoltos numa teia mortal que ameaça engolir tudo e todos ao seu redor.

Max Payne, o cara que conheceu Sam Fisher

Max Payne apresenta um roteiro mais maduro e jogabilidade mais apurada nessa nova versão, claro que a inovação também chega no campo do design do personagem e é nesse ponto que devemos reparar.
Nosso amigo mau-humorado não é somente isso, é também um cara que tem um carisma de um herói revoltado e a seriedade de um Justiceiro dos quadrinhos. Mas no que diz respeito ao personagem em si como alavanca de um roteiro de um game, ele se mostra completamente inspirado em nosso amigo Sam Fisher, do aclamado Splinter Cell - claro que essa comparação só deve ser observada em relação ao Sam Fisher do Splinter Cell Conviction para Xbox 360, PS3 e PC.

Ambos os personagens carregam a mesma atmosfera, claro que os games não chegam a ter alguma semelhança em si, mas vale a conferida, caso você leitor tenha jogado S.C.C se prepare para jogar Max Payne 3 com outros olhos.

Splinter Cell Conviction Trailer E3


Unlockables: Bata o jogo em cada um dos diferentes níveis de dificuldade para destravar o correspondente conteúdo e modos, como indicado abaixo.
  • Termine o jogo - Unlock New York Minute modo no modo Arcade
  • Termine o jogo (Medium) - Personagem Unlock Selecione a opção no modo Arcade
  • Termine o jogo (Hard) - Unlock Old School e níveis de dificuldade Hardcore, Painkillers ilimitados enganar
  • Termine o jogo (Old School) - Desbloquear Max Payne modelo de personagem avançada
  • Termine o jogo (Hardcore) - Desbloquear One Hit Mate enganar
Armas de Ouro: Recolha todas as partes de uma arma inteiramente montar uma Pistola de Ouro. Uma pistola de montado de Ouro muda a cor da arma equipada com o ouro, aumenta o dano da arma de 10%, e tem uma capacidade de munição aumentada por clip. Quando você vai terminando o modo historia em diferentes niveis de dificuldades vai destravando uma serie de modos de jogo.

Quando você termina na dificuldade MEDIA
  • Desbloquear opção Character Select no modo Arcade .
Quando você termina na dificuldade HARD
  • Desbloquear Dificuldade Old School
  • Desbloquear dificuldade Hardcore
  • Desbloquear Painkillers ilimitados Fraude
Quando você termina na dificuldade OLD SCHOOL
  • Desbloquear Max Payne modelo de personagem avançada
Tem vários mini-games e se você ficou interessado nos mini-games e conteúdo bônus, confira como destravá-los:
  • Dificuldade Hardcore: Termine o jogo na dificuldade Hard.
  • Dificuldade Old School: Termine o jogo na dificuldade Hard.
  • Liberar a opção “Character Select” (apenas no modo Arcade): Termine o jogo na dificuldade Medium.
  • Manha One Hit Kill: Termine o jogo na dificuldade Hardcore.
  • Manha Unlimited Painkillers: Termine o jogo na dificuldade Hard.
  • Max Payne Advanced Character Model: Termine o jogo na dificuldade Old School.
  • Modo New York Minute (apenas no modo Arcade): Termine o jogo em qualquer dificuldade.


Conclusão Na Ressaca

O Game mostra uma São Paulo criminosa e o coração de uma enorme conspiração,
(como se fosse mentira ¬¬) não farei como muitos e achar que é passada uma imagem errada do Brasil, pois ao meu ver a situação é bem próxima da mostrada no game, o único exagero é que sem querer (acho que sem querer mesmo) o game acaba que por passar uma imagem meio hostil do cidadão brasileiro. 

Quanto ao que diz respeito a jogabilidade do game, estão de parabéns e o único erro do game inteiro é a câmera que atrapalha as vezes na parede e a fase na favela "Nova Esperança" em que Max aparece com uma camisa florada bem cara de "gringo" (rs). Com uma trilha sonora bem composta apesar do funk carioca fazer parte da trilha (o que infelizmente faz parte da nossa cultura) as faixas merecem uma ouvida, principalmente pelas músicas de tensão do game.

Com gráficos de deixar qualquer um de queixo caído e roteiro nota 10, Max Payne vale cada sentavo investido, pois não se trata só de um game, mas sim de um filme e um ótimo "Comic Book" recheado de tiros e com uma engine cinematográfica que lembra muito Kane e Lynch 2 para PS3 e Xbox 360 (game que foi produzido pela Square Enix).

Boa jogatina e um forte abraço