Um Feliz Ano Velho

Mais um ano se passa e na real... o ano que vem será a mesma merda. Entupindo o corpo de álcool, trabalhando que nem um filha da puta, e falando merda para adubar a vida. Mais do que eu desejar tudo aquilo que todos desejam, o importante é ser sincero. Então que tenhamos um Feliz 2012 para todos nós, mesmo que ele ao longo de sua passagem seja ruim, sempre tenhamos forças para reconstruir tudo no dia seguinte.

Vida longa e próspera.


O que passa pelos meus fones #22 - Dire Straits

Tanto tempo sem postar aqui nessa seção, que provavelmente alguns devem ter pensado que ela deixou de existir. Mas para quem gosta das "recomendações musicais", hoje achei apropriado revivê-la no dia de Natal (entenderam?).

Enfim, hoje a seção é dedicada a excelente e finada banda Dire Straits, de uma faixa-título que na minha concepção é de um dos álbuns mais clássicos da banda de Mark Knopfler, assim como uma das mais belas de sua carreira: "Brothers In Arms". Nas palavras de sua música, está contido o meu desejo para esse Natal, como para o ano inteiro:

“Há tantos mundos diferentes, tantos sóis diferentes, e nós temos apenas um, mas vivemos em mundos distintos. Agora o sol foi para o inferno e a lua está alta. Deixe-me dizer adeus, todo homem tem de morrer, mas está escrito nas estrelas e em todas as linhas de sua mão, somos tolos de guerrear com nossos companheiros de batalha”

Apesarmos de ser tão diferentes e de termos vidas por demais distintas, nós temos a mesma capacidade de nos conectar quase que automaticamente uns com os outros. Temos o mesmo algo pelo que viver, e queremos ou não, dividimos a mesma responsabilidade de limpar o chão que pisamos, e de conviver de forma harmoniosa com os nossos semelhantes. Que nesse 2012 continuemos nessa grande batalha que é a vida.

Como funcionam os sites de fofoca?

Depois de ultimamente ser tão bombardeado de notícias em sites de fofoca. O comedor Rafinha Bastos resolve sair de casa, e mostrar como é esse trabalho digno e desconhecido para nós. Essa é toda a verdade revelada!


"Lixo não. O lixo às vezes pode ser limpo". Reflita!

Tirinhas da Semana #67

Tá certo que ainda é dia 23 e o Natal é só domingo, mas todos, como bons brasileiros, estão emendando o fim de semana e já dando Feliz Natal para todos os lados. Bom, desejar isso a dois dias da data, talvez seja um gostinho de como esse sentimento de respeito e cordialidade seria bom se fosse praticado todos os dias. =)

Enquanto o Natal não chega de fato, vamos as tirinhas de hoje. Com um misto natalino!











(des)motivacional #63

Devido ao cansaço, as seções diárias no blog estão atrasando (nunca torci tanto pra que o Natal chegasse logo. Mas já que temos sempre um tempinho, os posts tardam mas não falham em chegar. =)

Hoje a seção é sobre um encontro de gênios, cosplay de Darth Vader, e mensagens subliminares nos games.





Resenha CD: Nightwish - Imaginaerum

Quando escutava a banda, estava no colegial ainda. Fui muitos daqueles que só conheceram a banda no seu sucesso estrondoso com o álbum "Once", e seu single máximo que "tocou até furar" nas rádios e de várias vezes na liderança dos "tops" da MTV, "Nemo". Ai passou o tempo e como nunca fui um poser que diz gostar da banda apenas por um single, procurei me aprofundar mais no som da banda. E de todos os álbuns que escutei, "Wishmaster" disparadamente foi o que mais me conquistou. Tarja Turunen além de belíssima, é uma grande vocalista, ela sempre deu uma personalidade única ao Nightwish, e essa ideia inclusive é que os fãs "haters" da (tão bela quanto) Annette Olzen defendem.

Tese que defendia com afinco, não sem fundamento, pois achei o primeiro álbum com a Annette, "Dark Passion Play" um álbum fraco. Então sem mais delongas, acabei indo nessa maré de "haters" da Annette. Mas com uma certa pena, já que a Annette reconhecidamente pra mim nunca foi uma má vocalista, apenas estava na banda errada e pra substituir uma vocalista inquestionável que era a Tarja. Então era natural que o "choque" inicial tenha sido tão grande.

Então a medida que considerava o Nightwish "morto" naquele momento, dividindo sua carreira em eras: A.T, D.T (antes de Tarja, depois de Tarja), deixei de escutar a banda. Mas o interessante é que esse "abandono" foi na mesma velocidade que a carreira inteira da banda "morreu" pra mim, e fui deixando de gostar do estilo do Nightwish e outras bandas similares. O vocal feminino depois de tantos anos deixou de me chamar atenção.

Crescemos e amadurecemos, e tal qual vamos selecionando de forma mais critica as coisas que nos agradam. O metal sinfônico/gótico deixou de fazer parte do meu gosto musical, como o power/melódico também deixaram. Entretanto o tempo passa, e como exemplifiquei na resenha do álbum "Load" do Metallica que fiz aqui pro blog. Mudamos nossas opiniões sobre certas coisas, tanto quanto somos "desmentidos" sobre certas outras, e reconquistado por outras. E o Nightwish se encaixa nessa definição.

Se você for um apreciador de música acima de tudo, verá que a alma do Nightwish não era a Tarja, muito pelo contrário. Ela só dava as vocalizações, e a cara dela na banda era definida pelo seu carisma no palco além de sua voz, nada mais. O que logo dá pra entender que a banda não depende dela. "Imaginaerum" é uma mostra mais que excelente disso.

Primeiro de tudo "Imaginearum" é um álbum conceitual belíssimo, que conta a história de um velho artista que a beira da morte relembra sua vida. O líder da banda e tecladista Tuomas Holopainen declarou que a temática é inspirada em Tim Burton, Neil Gaiman (escritor inglês autor de Sandman e de dezenas de outras histórias em quadrinhos clássicas), e no pintor surrealista catalão Salvador Dalí. Além de ter explorado características do grande compositor de trilhas para o cinema Ennio Morricone e Hans Zimmer na parte instrumental do álbum, por exemplo. Que respeito não? E ao final da audição temos logo a sensação de faz jus toda essa grandiosidade dos nomes que inspiraram o álbum, aqui estamos em uma grandiosa trilha de filme.

Não se deixe enganar pelo primeiro single da banda e segunda faixa do álbum "Storytime", pois os destaques aqui são vários.

Como a belíssima "Slow, Love, Slow" cantada também de forma belíssima por Annete Olzen e com seus toques de jazz (?), isso mesmo que você leu. A de riff pesadíssimo inicial, caindo para um folk metal (?) "I Want My Tears Back". A acelerada "Scaretale" que nos faz estar numa trilha sonora de um filme. A mais cadenciada "Rest Calm" que tem os vocais divididos entre Tuomas e Annette, uma tendência inclusive que é muito bem executada no álbum, algo que não soa forçado como muitas bandas que tem divididos seus vocais entre feminino e masculino. A "Song Of Myself" de seus longos 13 minutos de composição e produção de elogios, que poderia ser uma versão mais pesada de "Ghost Love Score" do álbum "Once" (na duração da faixa, deixo bem claro). E ah, não poderia deixar de citar a instrumental espetacular "Arabesque", me imaginei jogando "God Of War" e "Prince Of Persia".

Sobre o vocal, claro que não cabem comparações aqui, a Annette é uma vocalista com um outro tom de voz e outro jeito de cantar. Mas que voz. Ao contrário do fraco "Dark Passion Play" que pareceu um álbum gravado as pressas num todo para apresenta-la ao público - o que com certeza causou a grande aversão entre os fãs. "Imaginearum" já mostra que é um álbum feito com todo cuidado e cala os defensores da Tarja, o Nightwish existe sim sem ela. Os quase dois anos de composição valeram totalmente a pena e temos um grande álbum nas mãos. É o que disse de amadurecer e parar de... "viadagem" de preferências pessoais em detrimento do som. Caso de tantas bandas por aí.

Tuomas prova aqui que é o grande mentor da banda, sempre foi. Além dessa temática absurdamente bela de arranjos fantásticos, os riffs tocados por ele são pesadíssimos combinando com seu vocal (porque não?). Essa sim é a cara do Nightwish e é o que faz a banda diferente do resto do nicho sinfônico e gótico. 

Não sou fã da banda como deixei claro no início da resenha, aliás nem gostava mais da banda. Na verdade a tratava com uma indiferença, já que deixei de apreciar o estilo como num todo. Mas não tem como não se ver conquistado por "Imaginearum". O álbum vem cheio de grandes composições e ideias que pegam o ouvinte de primeira, desprevenido, e que com certeza vai arrancar um sorriso do seu rosto também. Um dos melhores lançamentos do ano.

Tracklist:

1. "Taikatalvi" 2:36
2. "Storytime" 5:22
3. "Ghost River" 5:25
4. "Slow, Love, Slow" 5:51
5. "I Want My Tears Back" 5:08
6. "Scaretale" 7:32
7. "Arabesque" (instrumental) 2:52
8. "Turn Loose the Mermaids" 4:19
9. "Rest Calm" 6:59
10. "The Crow, the Owl & the Dove" 4:10
11. "Last Ride of the Day" 4:31
12. "Song of Myself" 13:30
13. "Imaginaerum" (instrumental) 6:18

Correção: É o Marco Hietala quem faz as partes de vocais masculinos, e não o Tuomas Holopainen. Ele é apenas o compositor. O texto está ai e tenho preguiça de ficar caçando os nomes pra substituir, então mentalmente faça isso você mesmo. LOL xD

Sitcom de Jesus #31

Com atraso de dois dias causados por muito sono e cansaço. Mas tardando e não falhando! =)

Hoje ensinando como pedir dinheiro de forma correta:


Na miséria? Vista um terno e fale de Deus, ai tá beleza.