BlogDay 2011

BlogDay 2011
Uma auto-puxação de saco básica

BlogDay? "Como assim?" você pode dizer. Bom, para você se encontrou em total hibernação nos últimos anos, vou explicar...

Primeiramente o por que de ser hoje: O dia 31 de agosto foi escolhido porque "3108" parece com a palavra "BLOG". Sacou?

O dia em si: O "BlogDay" foi criado com a crença de que os blogueiros deverão ter um dia dedicado a conhecer outros blogueiros de outros países e áreas de interesse. Com esse objetivo em mente, neste dia cada blogueiro vai postar uma recomendação de 5 novos blogs. Desta forma, todos os leitores do blog vão encontrar-se navegando por aí descobrindo novos blogs até então desconhecidos.




Recomendações: Sempre vem aparecendo novos e ótimos blogs, mas em especial ultimamente venho conhecendo vários de ótima qualidade e que logo me conquistaram como leitor assíduo. Com medo de fazer alguma injustiça foi um pouco difícil escolher os 5 melhores. Enfim, há assuntos para todos os gostos.

1. Smurfet
Cultura pop. Cinema, Quadrinhos, Séries Livros e Games, com notícias, críticas, colunas, vídeocasts e sorteios.

2. Sociedade Racionalista
Pensamento livre, essa é a ideia. Em que a razão é defendida como meio (e não fim) da liberdade humana.

3. Obvious
Arte, arquitetura, música, fotografia, cinema, design ou qualquer outro assunto... É um espaço de tudo e de nada.


4. Calma, tá tudo bem agora
Calma, que vou explicar. Opiniões sobre temas relevantes de economia a literatura são encontrados por aí aos montes, e sobre os temas irrelevantes? Então, é disso ai que é feito o blog, sempre "tudo sobre o nada" regado a muito humor.

5. Revista Bula
Jornalismo só que cultural.

Parabéns a todos nós blogueiros, e principalmente parabéns a você leitor, que faz parte de tudo isso! \o/

Contos de fada minimalisticos

Pra variar posto mais uma vez pôsteres minimalisticos, e agora dos contos de fada mais famosos. Ah, é provável de que você saiba, mas não custa informar. Hansel e Gretel é o nosso Joãozinho e Maria ok?









Bem legal não?!

Esses eu vi no artístico Obvious


10 coisas que derrotariam o Anderson Silva

Muitos devem se estar perguntando onde está Chuck Norris. Bom, você acha mesmo que ele precisa estar numa lista quando sua vitória é certa? 


Lista ótima do Lista 10 feita com colaboração de vagabundos twitteiros



Venda o Vaticano. Alimente o Mundo.

Esse é um vídeo (muito bem bolado) da comediante americana Sarah Silverman onde ela anuncia a sua brilhante idéia para acabar com a fome no mundo. Me pergunto: Como não pensamos isso antes? Como não fizeram uma campanha disso ainda?

Oras... Pra que serve aquela droga de mini-país mesmo, senão para ostentar as riquezas que tanto a religião abomina? Lúxúria, certo?

"Venda o Vaticano. Alimente o mundo." ...é para pensar!


"Pense nisto, nós precisamos de um Herói! 
E quem está mais qualificado para ser o nosso herói do que o Papa?!"

Resenha CD: Leprous - Tall Poppy Syndrome

"O Leprous é uma banda de metal progressiva formada em 2001 na cidade de Nottoden, na Noruega. De lá para cá a banda passou por várias formações, mas o line-up consiste em Einar Solberg nos sintetizadores e vocais, Tor Oddmund Suhrke e Øystein Landsverk nas guitarras, Rein Blomquist no baixo, e Tobias Ørnes Andersen na bateria. Após a banda lançar o EP "Silent Waters" em 2004, e a Demo "Aeolia" em 2006, a banda finalmente conseguiu lançar seu debut "Tall Poppy Syndrome" (que vamos falar) em 2009. Sempre recebendo notas altíssimas pelos seus trabalhos, a banda merecidamente conseguiu seu reconhecimento abrindo shows para as bandas o Emperor e Therion, além de participar de vários festivais de Prog Metal. E recentemente, depois de assinar um contrato com a gravadora InsideOut, a banda lançou esse ano seu segundo álbum chamado Bilateral."


Assim como a resenha passada que fiz com o Haken, descobri o Leprous numa dessa "viagens" pela internet quando, ao ver a nota alta que o álbum recebeu, resolvi dar-lhe uma chance. Apesar de ser mais uma banda de Prog Metal assim como o Haken, ela não tem nada a ver com a cuja banda. Energética, com guturais mais frequentes e maior ênfase na guitarra, sem deixar de lado as passagens "viajantes" ou se preferirem "Avant-Garde". O Leprous tem resquícios grandes de Power Metal em muitas das faixas, e claro que muita criatividade com riffs espetaculares por todo álbum.

O álbum já abre com a pesada "Passing" que apresenta várias características marcantes em todo álbum logo de cara. Ela alterna vários momentos de riffs poderosos, vocal gutural, e tem um refrão bem Power Metal.  Excelente abertura. Assim como "Dare You", que tem uma veia bem mais progressiva e um refrão grudento. Riff nada menos que espetacular.

Veia progressiva que está bem evidente na "Fate", que tem uma melodia belíssima cortada por mais uma vez um ótimo riff e um belo solo. Dá pra se dizer que é uma baladinha? Bom, sim, mas é aquela balada que você escuta de terno e gravata tal qual seu bom gosto.

A "Phantom Pain" abre com um belo violão com um clima mais folk, mas depois de uma pequena passagem de piano, a guitarra e os guturais roubam a cena e aos poucos a música desemboca para um um refrão rápido e energético. Falando nisso, a "Not Even a Name" começa a mil por hora, nada que a banda não a desacelere por completo ao piano com uma bateria "jazzística", fazendo a transição para mais um riff excelente para variar. Destaque para os vocais e para o final da música épico. E nessa de emendar "uma coisa com a outra", épica é a faixa-título instrumental "Tall Poppy Syndrome". Pesada, progressiva e atmosférica, ela apresenta um belo trabalho nas guitarras, nos teclados, além de um coro no final da faixa dando o tom de drama que a faixa necessita. É o tipo de música que você imagina como trilha sonora de alguma coisa.

Para encerrar o álbum temos a "White". O que mais marca nela são os teclados bem "Deep Purplenianos", ela inicia com um belo solo tendo ao fundo uma bela levada na guitarra, e assim como começou, termina com um bela e dramática levada ao piano. Talvez seja a mais experimental do álbum junto com a "He Will Kill Again" que tem uma guitarra bem "divertida" digamos assim, porém ela foi a que me chamou menos atenção e por isso foi a última que citei.

Toda a banda é um destaque, mas a dupla de guitarristas Tor Oddmund Suhrke e Øystein Landsverk (ctrl + c, ctrl + v sempre) são um show a parte e dão todo peso necessário a banda, junto com o versátil vocalista Einar Solberg que alterna entre o doce e o agressivo. "Tall Poppy Syndrome" é um debut excelente e recomendado a todos que curtem um Prog Metal redondo e muito bem feito. 

Pôsteres alternativos de filmes

Bom, você já deve ter notado que adoro esses pôsteres alternativos ou fan-arts, vira e mexe eles aparecem aqui no blog, e irão continuar aparecendo pois a criatividade é infinita. É de se surpreender com o resultado e de se perguntar como essas artes não foram veiculadas oficialmente, como não tiveram essa ideia? Seria legal se as produtoras abrissem um concurso para dar chance para essas fan-arts geniais, concorda?! 

Por exemplo, o pôster para o já clássicos "Bastardos Inglórios" e "A Origem" são belíssimos.










Vi e roubei do ótimo Jedi Press

Resenha CD: Haken - Aquarius

Numa noite sem ter muito o que fazer e ansioso pelo lançamento do novo CD do Opeth "Heritage", resolvi dar mais uma olhada básica no site Metal Storm. Como disse, não tinha muito o que fazer mesmo naquela noite, então fiquei pelo site e resolvi dar mais uma olhada nos lançamentos para, como sempre faço, "caçar" umas bandas novas.

Dentre os lançamentos do "mundo metal", os estilos mais comuns são o Black e o Death, seguidos pelo Thrash, Grind, Power, Heavy e Prog - sendo que algumas conseguem ser uma mistura bizarra de dois ou três desses estilos ao mesmo tempo. Bom, o que me chama a atenção mesmo é o Thrash e o Prog, e confesso que poucas delas realmente me chamam a atenção, afinal tirar algo realmente original de um mundo cada vez mais digitalizado e punk do tipo "do it yourself" (faça você mesmo) é cada vez mais complicado. E nessas de fuçar acabei encontrando uma dessas bandas que você se encanta realmente por escutar, o Haken.

Como acredito que a banda não é nada conhecida por aqui, vale um resumo da sua trajetória. Vou dar uma mãozinha, até porque você só a encontra em inglês:

"Banda de metal progressivo, o Haken foi formado em 2007 em Londres, Inglaterra inicialmente pelo guitarrista e tecladista da banda To-Mera Richard Henshall, e seus dois amigos de escola Ross Jennings no vocal e Matthew Marshall na guitarra. Logo depois a banda completou sua formação com o tecladista Peter Jones, o seu amigo Raymond Hearne na bateria, e o guitarrista da banda To-Mera, Thomas McLean, se tornou o baixista da banda. Mas em 2008, depois de terem lançado algumas demos e tocado em alguns festivais, Marshall e Jones deixaram a banda para seguir outras carreiras. Charlie Griffiths, o guitarrista da banda Linear Shpere tornou-se membro efetivado da banda, junto com o tecladista Diego Tejeida, que se juntou a banda no final de 2008. Abrindo alguns shows do Reino Unido para a banda X King, a gravadora Sensory Records reconheceu-os e lhes ofereceu um contrato de gravação. Em 2010 eles começaram a gravação de seu álbum de estréia, "Aquarius", que foi lançado em março do mesmo ano. Aclamada pelo seu debut por diversas publicações internacionais, como a Allmusic e Classic Rock Magazine, em 2011 a banda entra em estúdio para seu segundo lançamento "Visions" que é agendado para outubro desse ano."


Quando dizem que a banda é de "prog metal" as primeiras relações que nós fazemos é com os consagrados Dream Theater, o energético Symphony X, até os clássicos Pink Floyd e Rush. Mas se você escutar cada banda de metal progressivo mais atentamente, nota-se que apesar de suas influências latentes, as bandas tem características muito marcantes, tanto que o rótulo "progressivo" justamente traz toda essa liberdade.

Claro que ao escutar o "Aquarius" você logo irá relacionar com seus precursores, em alguns momentos a banda remete bastante ao Dream Theater na sua época mais progressiva do "Scenes From a Memory". Porém a medida que o álbum vai se desenrolando e as belas melodias vão "aparecendo", a comparação via se esvaindo com originalidade que a banda mostra. Então num mercado tão competitivo e cheio de bandas sem cara definida e aquelas que definitivamente não a conseguem, o Haken se encaixa perfeitamente nesse caso, é uma banda que tem a sua cara e se torna fácil abrir a mente para apenas sentar e relaxar.

Logo para abrir o álbum vem belíssima faixa de abertura "The Point of No Return" com seus momentos de pura melodia ao piano, com um refrão para cantar junto e passagem de agressividade gutural, uma única e marcante. E essa transição é ainda mais marcante na segunda faixa, "Streams" (a minha predileta), com um refrão que é impossível de não se ver cantando junto logo depois de algumas audições, chegando no meio da música onde vira um Death denso e pesado, pra no seu fim se tornar calma e viajante.

Se tem faixas que são candidatas a "single" com certeza são a terceira e direta faixa título, "Aquarium", que mais uma vez começa com uma bela melodia dando ênfase ao vocalista Ross Jennings, alternando entre momentos pesados e mais rápidos. A outra é a quarta, que tem versão mais curta para a rádio, é a agressiva e viajante "Drowning In The Flood". Destaques também vão para as com óbvias influências setentistas, "Eternal Rain"; e para a emocionante e viajante "Sun" com um pequeno solo à la "Pink Floyd". Já a comprida "Celestial Elixir" com seus quase 17 minutos é um caso a parte, encerrando o álbum com chave de ouro.

Apesar de todos os meus elogios, digo que não foi um álbum que logo de cara me surpreendeu, foi preciso mais de uma audição para "entender" cada faixa e mais algumas audições para me sentir com palavras para escrever essa resenha que você está lendo. Cada vez que terminava de escutar o álbum o sentimento acabou sendo único, e a cada vez passei a admirar o álbum mais ainda.

Álbum marcante, poderoso e sentimental em suas melodias belíssimas com emoção, agressividade e pura viagem. "Aquarium" é muito bem produzido e cheio de variações que a gama de instrumentos como clarineta, harpa, flauta e trombone trazem, além das tradicionais guitarra, baixo, bateria e teclado. Falando deles aliás, a guitarra é sem "masturbação", não tem os comuns solos rápidos e técnicos que você pode estar pensando, e sim riffs densos e pesados com solos não muito longos, o que dá prioridade a sentimentalidade as músicas em cada transição que elas sofrem, sentimentalidade que o vocalista Ross Jennings passa a cada faixa.

Enfim... tudo aqui procura se tornar único de alguma forma, e essa é a grande sacada.

Sitcom de Jesus #16

Saudades do Divino? Todas as quintas o trollador master dos céus, hoje dando espaço para os famosos pôsteres desmotivacionais.




Com a "licença poética" do Desmotivado, Johnnie Troller e do Luide e o Tempo

Resenha Cinema: Lanterna Verde

Resenha Cinema: Lanterna Verde


Coragem x Medo

Assisti o filme do Lanterna Verde, terça feira, na maior expectativa. Não tanto quanto deveria, pois a sessão era dublada, então isso já desmotivou bastante. Fui parar em uma sala de cinema horrível (descobri que as últimas salas são as piores, -fikdik) e que acenderam as luzes nas cenas pós créditos.. Que gafe, hein!

Mas não estou aqui para comentar sobre minha ida ao cinema e sim sobre minha opinião crítica pessoal sobre o filme. O Ryan Reynolds aquele gato faz o papel do protagonista Hal Jordan, que é escolhido por um suposto "alien" como novo dono do anel dos Lanternas Verdes. Mas nada é assim tão fácil. Ele é literalmente um irresponsável. O personagem está sempre desistindo, porque tem MEDO. E é exatamente essa a indagação do filme, que um Lanterna não pode ter medo e blá, blá, blá. 
E o que dificultava tanto pro coitado era o passado do pai, como as pessoas o comparavam e a facilidade que o pai dele tinha de superar os seus medos  entre outros. 
Além dessa característica, ele passava por dificuldades em ser aceito no "clubinho dos lanternas" e sofria preconceito por ser um humano muito belo

Hector Hammond é o vilão do filme. Pelo menos um dos, sem contar o Parallax, que é muito mais forte que esse seu subordinado. Enfim, Hammond é filho de um senador bem de vida e é um cara completamente frustrado aposto que é virgem principalmente porque a mulher que mais ama no mundo (que jamais o ia querer, cá entre nós) ama outro. A peguete antiga de Hal, exatamente essa que o vilão tanto ama, Amanda (filhinha de papai) também deixa a desejar. Ela gera uma grande influência nas decisões de Hal, confiando muito no potencial dele e aquela ladainha de sempre, mas de certa forma ela não convence no papel. 

Não darei mais detalhes da história, mas digo que eu esperava mais do filme. Tudo bem que há coisas que deveríamos já estarmos acostumados, como por exemplo as tentativas fracassadas dos últimos 10 anos em passarem para as telonas filmes de super-herói.
Mas o pior de tudo, é que não se deu pra captar a verdadeira essência do filme, então ficou a pergunta "até onde isso vai, até que ponto quer chegar?". Basicamente é isso, esperamos que surja uma continuação para desenvolver melhor essa história.

E em relação as cenas pós, nada de muito interessante. Não lembro de muita coisa porque como eu reclamei, as luzes estavam acesas! Absurdo!


Acima vemos a foto do gostoso Ryan Reynolds no papel de Hal Jordan. Em sua esquerda, vemos outro Lanterna, Tomar Re, vindo de um planeta em que as aparências dos seres são similares a de peixes.