O que passa pelos meus fones #18 - Jane's Addiction

O Jane's Addiction nasceu na Califórnia, em 1985, com os amigos Perry Farrell (vocal), Eric Avery (baixo) e Dave Navarro (guitarra). Eles se reuniram para tocar rock’n’roll influenciado pelo hardcore, metal, funk e até jazz, uma criatividade que era embalada ainda pelas letras de Farrel, que iam da ironia ao enigmático. Após a entrada do baterista Stephen Perkins, o grupo começou a fazer pequenos concertos na região e rapidamente chamou a atenção. Os fãs aumentavam a cada apresentação e as gravadoras faziam marcação cerrada no grupo.

Nisso, a banda lançou seu primeiro álbum, "Nothing´s Shocking", que foi lançado em 1988 e permaneceu por 35 semanas nas paradas musicais. O sucesso continuou com a canção "Been Caught Stealing" (talvez o principal sucesso do da banda), que fazia parte do terceiro disco, "Ritual de lo Habitual", lançado em 1990. Mas com o Jane’s Addiciton não foi diferente de qualquer outra banda de sucesso meteórico, onde os problemas aparecem quando o sucesso é maior. Farrel se desdobrava para participar da turnê e dar conta da organização do festival de rock itinerante Lollapalooza. Além disso, o grupo enfrentava problemas com drogas e os conflitos entre Navarro e Farrel ficaram insuportáveis. Após uma turnê explosiva, em 1991, o grupo anunciou o fim, mas o Jane's Addiction já era considerado o precursor da cena musical underground, que viria a abrir espaço para The Smashing Pumpkins, Pearl Jam, entre outros.

Depois, em 1997, a banda volta para uma turnê de lançamento de uma coletânea com algumas demos, mas a banda anuncia outra vez seu fim devido aos velhos problemas de relacionamento. Em 2001 surge outra tentativa, e essa gerou o ótimo "Strays" lançado em 2003 depois de 13 anos sem inéditas, mas pra variar a banda acaba de novo. E pra variar de novo, a banda anuncia seu retorno em 2009 para fazer um turnê com o Nine Inch Nails e dessa reunião sai mais um disco, quer dizer, sairá nesse ano. "The Great Escape Artist" que será lançado em 26 de setembro (nos EUA um dia depois, chupa!) cercado de bastante expectativa, inclusive a minha, e hoje o post vai pra o primeiro single divulgado "End To The Lies".

Destaque para, além da música que é excelente, é para o clipe em si que é muito legal!


Coletânea de Memes #11

Mais um dia com uma cara de quarta-feira...


A minha avó falava tanto isso que tenho medo de que um dia se torne verdade. Tenso! D=


Hoje em dia vale mais a pena pegar a República Tcheca...


Vou chamar o Mythbusters aimeodeosdoceu!


Escola não tem graça se você não for vadiar em algum momento.


Quem mais não sabe nadar aí?


Só comemoro a Páscoa por causa dele.


Isso quando não é o corpo.


Esse quadrinho é dedicado a uma amiga minha que teme que teme que sua mãe saia voando LOL


A descoberta disso muda a sociedade moderna


Até parece que ela lê mentes...


A realidade sempre é mais suja

Resenha CD: Symphony X - Iconoclast

Quem foi aos shows do Symphony X no Brasil mês passado tiveram um gostinho do novo álbum com a rápida e pesada "Dehumanized" onde Russell Allen despeja vocais agressivos e poderosos com os riffs matadores de Micheal Romeo, numa faixa perfeita para ser single. E essa é bem a tônica do álbum.

Apesar da banda ser "progressiva", ela tem resquícios de "power metal", mas sem se tornar chata e repetitiva, o que é um defeito enorme nas bandas de hoje do gênero, coisa que me fez sinceramente enjoar de escutar esse som aliás.

Mas voltando a falar do "rótulo", a banda sempre foi rotulada como "metal progressivo", título que a banda nega, apesar de ser a que mais disparadamente se encaixa pois a banda tem tudo que se notabiliza no gênero, com mudanças de andamento e mesclando passagens pesadas e intrincadas. Entretanto, ao contrário do talvez maior expoente do gênero, o Dream Theater, o Symphony X tem uma pegada mais neo-clássica e veloz. Logo, apesar de sua influência progressiva e de músicos extremamente técnicos, as duas bandas tem sons bem distintos e assim soa como uma grande estupidez comparar uma com a outra. O Symphony X é bem mais direto e energético digamos assim.

Encerrando o assunto e falando sobre o álbum - o que realmente interessa. Apesar do espetacular "Paradise Lost" lançado quatro anos atrás, o Symphony X - até surpreendentemente - conseguiu superar seu predecessor. Mais agressivo ainda e com uma temática lírica e futurista de máquinas, religião e humanos - o que é um tema deveras interessante - ao contrário do que podia se esperar lendo apenas a frase anterior, "Iconoclast" se destaca pelos riffs poderosos e intrincados de Micheal Romeo que apesar de serem "complicados", o maior propósito se baseia em não deixar sua cabeça ficar parada. Sem contar seus solos matadores e absurdos, que soa até como falta de respeito - ah, como é bom ouvir solos matadores novamente. Atuação matadora assim como a de Jason Rullo na bateria.

Já falar da atuação de Russell Allen é "chover no molhado". Se no anterior "Paradise Lost" já nos entregou uma atuação espetacular, aqui no "Iconoclast" não é diferente, prova disso é a variação da agressividade da faixa-titulo e a que abre o disco com seus 11 minutos, e da linda balada "When All Is Lost".

Aliás falando da faixa-titulo, ela é o destaque do álbum na minha opinião. Épica, veloz, intrincada e com um solo excelente (para dizer o mínimo). Mas destaques aqui é que não faltam, então soa até injusto falar de algumas faixas em separado. Porém falando de algumas, cito a mais arrastada "Children Of The Faceless God", da de refrão grudento "Prometheus (I am Alive)", da já citada "Dehumanized" e da quase thrash "Bastards of the Machine".

Outro destaque é a mixagem do álbum que é cristalina e deixa o álbum ainda mais espetacular, com todos os instrumentos bem audíveis. Então por isso título que a banda nega, apesar de ser a que mais disparadamente se encaixa pois a banda tem tudo que se notabiliza no gênero, com mudanças de andamento e mesclando passagens pesadas e intrincadas.

Facilmente classificado como um dos destaques do ano e um dos melhores do Symphony X, "Iconoclast" é uma coleção de riffs matadores e velozes, de solos absurdos, mesclada com teclados bem encaixados e "eletrônicos" na medida certa, com uma temática de religião e máquinas interessantíssima - muito bom ver bandas levantando esse debate, é muito positivo. Pode até soar repetitivo em alguns momentos, mas tudo é muito especial e grandioso, feito com tanto cuidado, que facilmente irá agradar muito fãs da banda como eu e conquistar vários outros por aí.

A mixagem é outro destaque do álbum, então é altamente recomendável escutar com fones de alta qualidade e bem alto no seu aparelho de som. Então trate de escutar!

Coletânea de Memes #10

E chegamos a décima edição, isso significa absolutamente nada...


Tocava mal até assim, comofas?


Toda vez que vejo um carrinho de compras dá vontade de virar um integrante do Jackass. Me gusta!


Técnicas ninjas!


Talvez esperamos a pizza só por essa mesinha esquisita.


Já passei por essa fase. Agora não jogo mais iô-iô



O dedinho do pé serve só pra isso tanto quanto o dente de siso serve só pra enriquecer dentistas.



Não sei você, mas eu me jogaria do ônibus!