Tirinhas de Sexta (3)

Essa semana foi marcada pela estreia do Flamengo, Corinthians e Internacional e segundo jogo do São Paulo e Cruzeiro na Libertadores, Todos sofreram, mas venceram, menos o São Paulo que ontem tomou mais um caldo do Once Caldas... Mas dá pra pedir um anti-doping deles.


Destaque pra o Corinthians que eternamente será destacado de forma insuportável em qualquer jogo, ainda mais da Libertadores, aonde estouraram mais fogos do que no Ano Novo em um jogo contra o Racing falsificado do Uruguai. Mas é bom, já que vai perder de novo, gastaram todos os fogos logo no começo. 


Ainda bem que o Pacaembu não é no morro pois os fogos seriam mais estridentes e sem muita direção! 


Vamos as tirinhas: 


Cyanide and Happiness (cyanidehappinesstraduzidos.blogspot.com)

Um Sábado Qualquer (www.umsabadoqualquer.com)






Nadaver (www.nadaver.com)

Sugestões de alertas pro Orkut

O Orkut é terra da inclusão digital, todos tem desde o zelador do seu prédio até o Roberto Justus, fake claro, mas ali presente amado pelo "fã" que se passa por ele. Uma terra de analfabetismo e tosquices que quando migrada para outras redes sociais é chamada carinhosamente de "Orkutização". 

E pessoalmente acho que por ser tão popular o Orkut deveria matar olhar com mais carinho para esse povo burro incluído digitalmente e totalmente aberto para o mundo da internet. [ironia] Viu como sou um cara bonzinho e nada crítico? [/ironia]













Via O Verso do Inverso (www.oversodoinverso.com)

O que aconteceria se a Terra parasse de girar?

Já parou para pensar nessa hipótese?




Bom, o movimento de rotação da Terra já foi tema de vários filmes e história de ficção científica. Todavia, nem mesmo os cientistas sabem exatamente quais seriam as verdadeiras conseqüências disto para os seres vivos, no entanto, uma coisa é certa: seria uma catástrofe inimaginável. Para a maioria dos cientistas, o mais provável é que a vida na Terra seria extinta.


Segundo estudiosos, se a Terra parasse de girar, o planeta sofreria os efeitos da inércia, uma vez que sairia de uma velocidade de aproximadamente 900 km/h (em uma latitude de 45°) para zero. Desta forma, todas as construções sobre a superfície terrestre desabariam, além disso, fortíssimos terremotos sem igual assolariam a face da Terra.


Em médio e longo prazo, praticamente todos os ecossistemas seriam destruídos; provavelmente algumas espécies de regiões abissais poderiam sobreviver, já que têm a vida baseada na quimiossíntese. Essa destruição se daria pelo fato de que, nestas condições, o dia terreno passaria a durar um ano, metade dele com luz solar e a outra metade nas trevas, o que destruiria todos os seres vivos por calor ou frio extremo.


Por calor, pelo fato de que haveria uma evaporação intensa de água dos oceanos do lado dia, aumentando o efeito estufa, e, conseqüentemente, as temperaturas, que poderiam chegar a níveis exorbitantes. Por frio, pelo fato de que as correntes oceânicas do lado noite formariam camadas de gelo muito espessas, que não derreteriam nem se estivessem no lado dia, desencadeando uma eterna era glacial.


Via insoonia (www.insoonia.com)

Explicação

Na onda do Corinthians na Libertadores...


PS: Clique para ampliar


É como você ir na festa sem ao menos conhecer o aniversariante, só é o convidado de um amigo dele.

Sign of the horns: o sinal do Demônio

Sign of the horns: o sinal do Demônio
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O "sinal do demônio", também conhecido como "corna" (palavra italiana para "chifre", ou ainda "mano cornuta", "mão em forma de chifres", "fare le corna", "fazer os chifres" ou simplesmente os "chifres do capeta") é um gesto feito com a mão que possui um sentido vulgar em alguns países mediterrâneos e vários outros significados e usos em outros países.


Suas origens podem ser traçadas até a Grécia antiga e, na Roma antiga, era conhecido como o gesto da personagem "Vorena the Elder" e simbolizava uma maldição. Ele é feito estendendo-se o indicador e o mínimo enquanto o médio e o anular são segurados para baixo com o polegar.


Esse gesto também possui vários significados nas subculturas do Heavy Metal e do Rock, onde é conhecido por vários termos: sinal do demônio, chifres do demônio, chifres do bode, chifres do metal, chifres pra cima, o grito do metal, o sinal do metal, dedos pra cima, mostrar o bode, sacudir o bode, sinal do bode, mostrar os chifres, dedos do mal, os chifres, garfo, o punho do metal, o punho do rock ou o sinal "Rock on!".


Referências em capas de álbuns


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Na capa do álbum "Yellow Submarine" (1969), a mão direita do desenho de John Lennon faz o sinal acima da cabeça de Paul McCartney. Para muitos fãs, essa é uma das muitas pistas de que "Paul está morto". Entretanto, é provável que o cartunista desenhou de forma errada o sinal de "Eu te amo" ou usou uma perspectiva que faz parecer que o polegar está dobrado (o que diferencia o sinal de amor dos cifres). No encarte do mesmo álbum Lennon aparecer fazendo o sinal de "Eu te amo".


Um artigo de 31 de março de 1985 da revista Circus, assinado por Ben Liemer, afirma que Gene Simmons, do KISS, foi influenciado por Blackie Lawless, do W.A.S.P., em 1977 após assistir a um show da banda Sister em Los Angeles. Blackie havia encontrado uma saudação de mão conhecida como "corna" em um livro sobre ocultismo e começou a usá-la em suas apresentações ao vivo.


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Gene Simmons aparece fazendo o sinal com sua mão esquerda na capa do álbum "Love Gun", lançado pelo KISS em 1977, mas, na verdade, está fazendo o sinal que, na linguagem norte-americana de sinais, significa amor. Simmons depois declarou, principalmente na parte "Satan's Top 40" do filme "Little Nicky", que ele toca seu baixo com a palheta em seus dois dedos do meio de forma que, quando ele levanta sua mão, ele automaticamente faz os chifres.


Frank Zappa pode ser visto fazendo o gesto no filme "Baby Snakes", de 1977.


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Muito antes, uma banda de rock psicodélico-ocultista de Chicago, Coven, liderada pela cantora Jinx Dawson, lançou em 1969 o álbum "Witchcraft Destroys Minds and Reaps Souls", pela Mercury Records, e que mostrava no verso da capa os membros da banda Coven fazendo o "sinal do demônio" corretamente e incluía ainda um pôster de uma missa negra mostrando os membros em um ritual fazendo o sinal. Desde 1968, os shows do Coven sempre começavam e acabavam com Jinx fazendo o "sinal do demônio" no palco. O que é interessante é que o Coven fazia turnês com grupos como os Yardbirds, de Jimmy Page, o então "glam rocker" Alice Cooper e Vanilla Fudge, que contava com Carmine Appice, irmão mais velho de Vinnie Appice, da banda Dio. Curiosamente, a banda também gravou uma música chamada "Black Sabbath" em seu álbum de 1969 e um dos membros da banda chamava-se Oz Osborne, e não Ozzy Osbourne, que já fazia fama com o Black Sabbath. Os chifres ficaram famosos em shows de metal logo após a primeira turnê do Black Sabbath com Dio.


A opinião de quem popularizou o símbolo


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Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de "paz" nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de "V". Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.


De uma entrevista com Ronnie James DIO para o site Metal-Rules.com:


Metal-Rules.com - "Eu gostaria de perguntar a você sobre algo que as pessoas já te perguntaram mas que, sem dúvida, continuarão a comentar, que é o sinal criado levantando-se o indicador e o dedo mínimo. Alguns chamam de "mão do demônio" ou "olho do mal". Gostaria de saber se você foi o primeiro a introduzir isso no mundo do metal e o que esse símbolo representa para você.


R. J. Dio - "Duvido muito que eu tenha sido o primeiro a fazer isso. É como dizer que eu inventei a roda. Tenho certeza de que alguém já tinha feito isso antes. Acho que você deveria dizer que eu o popularizei. Eu o usei tanto e tantas vezes que se tornou minha marca registrada, até que os fãs da Britney Spears quiseram fazer também... Então acho que com isso acabou perdendo o seu significado. Mas foi... eu estava no Sabbath nessa época. Era um símbolo que eu achava que refletia aquilo que a banda deveria representar. Mas NÃO é o símbolo do demônio como se estivéssemos aqui com ele. É um símbolo italiano que aprendi com minha avó e que se chamava "Malocchio". Serve para afastar o mau-olhado ou para fazer o mau-olhado, dependendo de como você o faz. Trata-se apenas de um símbolo mas tem encantos mágicos e atitudes e acho que funcionou bem com o Sabbath. Então fiquei bastante conhecido por isso e depois todos começaram a fazer a mesma coisa. Mas eu nunca diria que eu tenho crédito por ter sido o primeiro a fazer isso. Mas eu o usei tanto que acabou se tornando um tipo de símbolo do rock and roll".


Algo a ser usado apenas em situações específicas?


Qualquer que tenha sido a sua origem na cena heavy metal, os fãs de metal adotaram o gesto como um símbolo vago de misticismo, ou simplesmente "o modo de ser do metal", e em pouco tempo tornou-se tão comum em shows como o "headbanging". Mas o gesto tem se espalhado além do metal para todas as formas de rock e agora está sendo usado em quase tudo. No rock, o gesto é interpretado como algo positivo, tipo "Rock on" (N: algo como "o rock sempre"). Ele é usado simplesmente para comunicar para a banda no palco (quase sempre uma banda de heavy metal) que você está gostando do show e da música.


Sacudir os chifres é um gesto sério e os "metal heads" mais radicais insistem que ele somente pode ser usado em situações apropriadas, ou para uma banda apropriada. Em geral, muitos na comunidade "metal head" acham que o gesto está sendo banalizado e comercializado. Além disso, muitos "metal heads" alegam que, como o gesto se originou no heavy metal, usá-lo no rock ou em qualquer outro gênero de música é inapropriado. Há até mesmo um grupo popular no site Facebook chamado "Do Not Use the Horns Unless You are Metal" (N: "Não use os chifres a menos que você seja fã de metal") que afirma que (fora dos eventos esportivos dos Texas Longhorns, da Universidade do Texas) "Se sua cabeça não estiver chacoalhando, não use os chifres!".


Os tipos de chifres





Fonte: Whiplash.net ( www.whiplash.net )

O bizarro sentimento

O bizarro sentimento

O bizarro é bom, o comum tem milhares de explicações, o bizarro nenhuma e por isso é bom. Os sentimentos são assim.


Podemos acreditar no que quiser, de nada a tudo, de espíritos a água milagrosa. Mas todos, eu sei, nunca deixam de olhar dos dois lados quando atravessam a rua. É idiotice achar, em nesse mundo que vivemos, que algo vai nos proteger e nos modificar. Assim como não há nada que faça controlar o que sentimos. 


Aliás, se pudéssemos controlar algo, toda e qualquer religião não teria sentido algum pra ninguém concorda? 


Então só vivemos a tentar e decidir, como todas as outras coisas. O que nos impede de se jogar contra o carro? Isso é prova de que em todo tempo só há nós, tudo depende de nós.

Tirinhas de sexta (2)

Atrasado, mas muito atrasado... tanto que o último post da seção foi mês passado! (ah sou o rei da rima). Por quê? Por preguiça problemas com o navegador, internet, aff... Um lixo, mas antes tarde do que nunca. 


Essas são as tirinhas de sexta, atrasadas, algumas que você já viu, mas na sexta mesmo!
A piada não perde a graça...


Will Tirando (www.willtirando.blogspot.com)



Nadaver (www.nadaver.com)





Ryo Tiras (ryotiras.com)









Um Sábado Qualquer (www.umsabadoqualquer.com)